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Reflexão sobre Day Trade

O texto é uma reflexão sobre oque tenho visto e apenas minha opinião. A discussão é sempre bem vida.
De uma forma geral e simplista são;
• 4 anos para se tornar advogado;
• 4 anos para se tornar médico e mais alguns anos de residência;
• 5 anos para curso de odontologia;
• 4 anos para curso de jornalismo.
Você não irá operar um paciente assistindo vídeos no youtube, da mesma forma como você não irá ganhar dinheiro fazendo Day Trade, ou esperando retornos milagrosos fazendo um curso A ou B, curso de 1 semana ou 1 mês ou até mesmo os que custam R$100,00 ou que custam R$3.000,00. Most likely you will lose money.
A realidade que ninguém tem fala é que você está no mercado com pessoas e empresas que usam os melhores e mais avançados softwares possíveis, pessoas que vivem de day trade (dormem, tomam café, almoçam e jantam esse tópico) estão preparados psicologicamente para assumir grandes ganhos e perdas. O mercado além de fatos relevantes, também envolve muita matemática, probabilidade e estatística e aqui você está novamente competindo com as melhores cabeças do mercado. E mesmo que você esteja entre os 1% que ganham, a ganância de ganhar mais com DT te levará novamente a estaca zero.
E aqui apenas um ponto de reflexão. Os vendedores de cursos com retornos extraordinários, ou que lhe prometem uma técnica “jamais” usada, estão apostando na sua ganância (ganância que não é necessariamente ruim) e provavelmente usando táticas emocionais que ativam estímulos no seu cérebro dizendo (te contando uma história triste ou algo de superação – preste atenção nisso) que você também pode ter aquele retorno, ou que você também pode ter aquele carro luxuoso e com isso você acaba caindo e realizando a compra daquele curso. 6 meses depois você esta na mesma situação e o vendedor de cursos continua trocando de carro a cada 3 meses, e te influenciando com a vida luxuosa que ele vive.
Pesquisem antes de entrar em qualquer curso, leiam artigos, leiam histórico de publicações de ex-traders, desconfiem antes de confiar e tirem suas próprias conclusões.
Abs.
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A fraude chamada ‘estado’

Por: Hans-Hermann Hoppe
Murray Rothbard certa vez descreveu o estado como uma gangue de ladrões em larga escala. E se você observar bem verá que há um vasto esforço de propaganda feito pelo estado e por aqueles em sua folha de pagamento — ou por aqueles que gostariam de estar em sua folha de pagamento — para nos convencer de que é perfeitamente legítimo que uma organização essencialmente parasítica viva à nossa custa mantendo um alto padrão de vida, que ela nos mate (com sua polícia despreparada), que ela nos roube com seus impostos, que ela nos convoque compulsoriamente para o serviço militar e que ela controle totalmente nosso modo de vida.
A motivação fundamental daqueles que defendem o estado é saber que, uma vez na máquina pública, eles terão acesso a gordos salários, empregos estáveis e uma aposentadoria integral. Aqueles que estão fora do serviço público defendem o estado por saber que ele lhes dará vantagens em qualquer barganha sindical. Além desses cidadãos, há também empresários que defendem o estado. Estes estão pensando em subsídios e garantias governamentais, em contratos polpudos para obras públicas, em protecionismo, em regulações que afastem a concorrência, e no uso geral do governo para alimentar seus amigos e enfraquecer seus concorrentes. O estado, para eles, é garantia de riqueza.
Em todo e qualquer lugar, o estado sempre se resume a ganhar à custa de outros. Não houve qualquer avanço nessa realidade. Podemos mudar as definições e alegar que, porque votamos, estamos nos governando a nós mesmos. Mas isso não altera a essência do problema moral do estado: tudo que ele tem, ele adquire através do roubo. Nem um centavo do seu orçamento bilionário (trilionário, no caso dos EUA) é adquirido em trocas voluntárias.
Governos dilatados dividem a sociedade em duas castas: aqueles que dão compulsoriamente seu dinheiro para o estado e aqueles que ganham dinheiro do estado. Para manter o sistema funcionando, aqueles que dão têm de ser numericamente muito superiores àqueles que recebem. Foi assim nos primórdios do estado-nação e ainda o é atualmente. A existência de eleições não altera em nada a essência dessa operação.
Nos EUA, quando lemos os documentos escritos pelos pais fundadores, notamos uma grande preocupação em relação a facções. Por facções, os fundadores se referiam a grupos de pessoas em guerra entre si para decidir quem iria ter controle sobre o bolso da população. A solução para esse problema não foi abolir diferenças de opinião, mas, sim, manter o governo em um tamanho mínimo, de forma que as vantagens de se ganhar o poder fossem pequenas. Você limita o poder de uma facção limitando o tamanho do governo. Todos os mecanismos criados pelos pais fundadores — a separação de poderes, o colégio eleitoral, a Declaração de Direitos — foram instituídos como meios de se atingir esse objetivo.
Mas como foi que toda a distorção ocorreu? Como foi que os seres humanos permitiram que o estado atual existisse? Como passamos a permitir que ele nos governe dessa maneira despótica? E por que há alguns que o amam e até mesmo se inclinam perante ele, tomados por um sentimento quase religioso em relação a ele? Bem, se você pensar no argumento central a favor do estado verá que é muito fácil perceber um erro fundamental na sua concepção; e verá que é realmente um milagre que o estado tenha surgido. O argumento a favor da existência do estado é simplesmente este: há escassez de recursos no mundo, e por causa dessa escassez há a possibilidades de conflitos entre diferentes grupos de pessoas. O que fazer com esses conflitos que podem surgir? Como garantir a paz entre as pessoas?
A proposta feita por estatistas, desde Thomas Hobbes até o presente, é a que segue: como há conflitos constantes ocorrendo, os contratos feitos entre vários indivíduos não serão suficientes. Por isso, precisamos de um tomador de decisão supremo que seja capaz de decidir quem está certo e quem está errado em cada caso de conflito. E esse tomador de decisão supremo em um dado território, essa instituição que tem o monopólio da decisão em um dado território, é definido como sendo o estado.
A falácia dessa argumentação se torna aparente quando você percebe que, se existe uma instituição que tenha o monopólio da tomada suprema de decisões para todos os casos de conflito, então consequentemente essa instituição também vai definir quem está certo e quem está errado em casos de conflito nos quais essa mesma instituição esteja envolvida. Ou seja, ela não é apenas uma instituição que decide quem está certo ou errado em conflitos que eu tenha com terceiros, mas ela também é a instituição que vai decidir quem está certo ou errado em casos em que ela própria está envolvida em conflitos com outros.
Uma vez que você percebe isso, então se torna imediatamente claro que tal instituição pode por si mesma provocar conflitos para, então, decidir a seu favor quem está certo e quem está errado. Isso pode ser exemplificado particularmente por instituições como o Supremo Tribunal Federal. Se um indivíduo tiver algum conflito com uma entidade governamental, o tomador supremo da decisão — aquele que vai decidir se quem está certo é o estado ou o indivíduo — será o Supremo Tribunal, que nada mais é do que o núcleo da mesma instituição com a qual esse indivíduo está em conflito. Assim, é claro, será fácil prever qual será o resultado da arbitração desse conflito: o estado está certo e o indivíduo que o acusa está errado.
Essa é a receita para se aumentar continuamente o poder dessa instituição: provocar conflitos para, então, decidir a favor de si mesma, e depois dizer ao povo que reclama do estado o quanto eles devem pagar por esses julgamentos feitos pelo próprio estado. É fácil, então, perceber a falácia fundamental presente na construção de uma instituição como o estado.
E como temos visto uma aparentemente irrefreável expansão do poder do estado em absolutamente todos os países do mundo, é válido perguntar: há alguma esperança? O estado é de fato uma instituição tão poderosa contra a qual nada pode ser feito? Há alguma maneira de se opor a ele?
A primeira coisa a ser feita para se opor ao estado deve ser, é claro, compreender a sua natureza íntima. Por exemplo, é curioso que economistas, em todas as outras áreas da economia, se oponham a monopólios e sejam a favor da concorrência. (Eles se opõem a monopólios porque, do ponto de vista do consumidor, monopolistas são instituições que produzem a custos mais altos do que o custo mínimo e entregam um produto mais caro e cuja qualidade é menor do que seria em um ambiente concorrencial. Eles consideram a concorrência como algo bom para o consumidor porque empresas concorrentes estão constantemente se esforçando para diminuir seus custos de produção para poder passar esses custos mais baixos em forma de preços menores aos consumidores e, assim, superarem suas concorrentes. Além, é claro, de terem de produzir produtos com a maior qualidade possível sob estas circunstâncias). Entretanto, quando se trata da questão mais importante para a vida a humana — a saber, a proteção da vida e da propriedade — quase todos os economistas são a favor de haver um monopolista fornecendo esses serviços. Eles parecem imaginar que o argumento da concorrência não mais é válido. Eles parecem não entender que um monopólio desses serviços vai requerer gastos muito maiores e, da mesma maneira, a qualidade do produto — nesse caso lei, ordem e justiça — será menor.
Portanto, para iniciar qualquer tipo de recuo do estado temos de compreender claramente sua natureza íntima de monopolista e discernir os efeitos negativos que monopólios têm sobre todos os estratos da vida, particularmente na área da lei e da ordem. O que podemos desejar, na melhor das hipóteses — caso não consigamos abolir o estado —, é que o número de estados concorrenciais seja grande o suficiente. Um grande número de estados não permite que cada estado em particular aumente facilmente os impostos e as regulamentações porque as pessoas iriam, nesse caso, “votar com seus pés”, isto é, iriam mudar de estados (mudar de país). A situação mais perigosa concebível é aquela em que um governo mundial iria impor os mesmos impostos e as mesmas regulamentações em uma escala mundial, acabando com todos os incentivos para que as pessoas se mudem de um país para outro, pois a estrutura dos impostos e das regulamentações seria a mesma em todos os lugares.
Por outro lado, imagine uma situação em que houvesse dezenas de milhares de Suíças, Liechtensteins, Mônacos, Hong Kongs e Cingapuras. Nesse caso, ainda que cada estado quisesse aumentar impostos e regulamentações, eles simplesmente não lograriam êxito porque haveria repercussões imediatas — ou seja, as pessoas iriam se mudar das localizações menos favoráveis para aquelas mais favoráveis.
Quando pensamos em pensadores como Étienne de La Boétie, Hume, Mises, Rothbard etc., vemos que todos eles diziam que, por mais inexpugnável que o estado pareça, com todos os seus exércitos, com seu vasto número de empregados e com seu vasto aparelho de propaganda, ele na verdade é vulnerável porque, sendo o estado uma minoria que vive parasiticamente à custa de uma maioria, ele depende do consentimento do governado. Mesmo os estados mais poderosos — como, por exemplo, aqueles que vimos na URSS, no Irã sob o xá, e na Índia sob domínio britânico — podem se esfacelar. E essa ainda é uma esperança.
Novamente, a idéia é a seguinte: o presidente pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser aceita e executada por um general; o general pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser executada pelo tenente; o tenente pode dar a ordem, mas a ordem tem de ser executada em última instância pelos soldados, que são aqueles que terão de atirar. E se eles não atirarem, então tudo aquilo que o presidente — ou o supremo comandante — ordena passa a não ter qualquer efeito. Assim, o estado somente pode efetuar suas políticas se as pessoas lhe derem seu consentimento voluntário. Elas podem não concordar com tudo que o estado faça e/ou ordene que outros façam, mas, enquanto elas colaborarem, serão obviamente da opinião de que o estado é uma instituição necessária, e os pequenos erros que esta instituição cometa são apenas o preço necessário a ser pago para se manter a excelência do que quer que ela produza. Quando essa ilusão desaparecer, quando as pessoas entenderem que o estado nada mais é do que uma instituição parasítica, quando elas não mais obedecerem às ordens emitidas por essa instituição, todos os poderes estatais, mesmo o do mais poderoso déspota, desaparecerão imediatamente.
Mas para que isso seja possível, primeiro é necessário que as pessoas desenvolvam aquilo que podemos chamar de ‘consciência de classe’, não no sentido marxista — que diz que há um conflito entre patrões e empregados —, mas no sentido de um conflito de classes que opõe, de um lado, os regentes estatais, ou a classe dominante, e do outro lado, aqueles que estão sob o domínio do estado. Portanto, o estado tem de ser visto como um explorador, uma instituição parasítica. Só quando tivermos desenvolvido uma consciência de classe desse tipo é que haverá a esperança de que o estado, justamente por causa da difusão geral desse conceito, possa entrar em colapso.
Finalmente, o ponto de vista de Hobbes é interessante. Uma das coisas que mais ameaça o estado é o humor e a risada. O estado presume que você deve respeitá-lo, que você deve levá-lo muito a sério. Hobbes dizia que era algo muito perigoso o fato de as pessoas rirem do governo. Portanto, tente sempre seguir a seguinte regra: ria e zombe do governo o máximo possível.
A fraude chamada ‘estado’
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A fraude chamada ‘estado’

Por: Hans-Hermann Hoppe
Murray Rothbard certa vez descreveu o estado como uma gangue de ladrões em larga escala. E se você observar bem verá que há um vasto esforço de propaganda feito pelo estado e por aqueles em sua folha de pagamento — ou por aqueles que gostariam de estar em sua folha de pagamento — para nos convencer de que é perfeitamente legítimo que uma organização essencialmente parasítica viva à nossa custa mantendo um alto padrão de vida, que ela nos mate (com sua polícia despreparada), que ela nos roube com seus impostos, que ela nos convoque compulsoriamente para o serviço militar e que ela controle totalmente nosso modo de vida.
A motivação fundamental daqueles que defendem o estado é saber que, uma vez na máquina pública, eles terão acesso a gordos salários, empregos estáveis e uma aposentadoria integral. Aqueles que estão fora do serviço público defendem o estado por saber que ele lhes dará vantagens em qualquer barganha sindical. Além desses cidadãos, há também empresários que defendem o estado. Estes estão pensando em subsídios e garantias governamentais, em contratos polpudos para obras públicas, em protecionismo, em regulações que afastem a concorrência, e no uso geral do governo para alimentar seus amigos e enfraquecer seus concorrentes. O estado, para eles, é garantia de riqueza.
Em todo e qualquer lugar, o estado sempre se resume a ganhar à custa de outros. Não houve qualquer avanço nessa realidade. Podemos mudar as definições e alegar que, porque votamos, estamos nos governando a nós mesmos. Mas isso não altera a essência do problema moral do estado: tudo que ele tem, ele adquire através do roubo. Nem um centavo do seu orçamento bilionário (trilionário, no caso dos EUA) é adquirido em trocas voluntárias.
Governos dilatados dividem a sociedade em duas castas: aqueles que dão compulsoriamente seu dinheiro para o estado e aqueles que ganham dinheiro do estado. Para manter o sistema funcionando, aqueles que dão têm de ser numericamente muito superiores àqueles que recebem. Foi assim nos primórdios do estado-nação e ainda o é atualmente. A existência de eleições não altera em nada a essência dessa operação.
Nos EUA, quando lemos os documentos escritos pelos pais fundadores, notamos uma grande preocupação em relação a facções. Por facções, os fundadores se referiam a grupos de pessoas em guerra entre si para decidir quem iria ter controle sobre o bolso da população. A solução para esse problema não foi abolir diferenças de opinião, mas, sim, manter o governo em um tamanho mínimo, de forma que as vantagens de se ganhar o poder fossem pequenas. Você limita o poder de uma facção limitando o tamanho do governo. Todos os mecanismos criados pelos pais fundadores — a separação de poderes, o colégio eleitoral, a Declaração de Direitos — foram instituídos como meios de se atingir esse objetivo.
Mas como foi que toda a distorção ocorreu? Como foi que os seres humanos permitiram que o estado atual existisse? Como passamos a permitir que ele nos governe dessa maneira despótica? E por que há alguns que o amam e até mesmo se inclinam perante ele, tomados por um sentimento quase religioso em relação a ele? Bem, se você pensar no argumento central a favor do estado verá que é muito fácil perceber um erro fundamental na sua concepção; e verá que é realmente um milagre que o estado tenha surgido. O argumento a favor da existência do estado é simplesmente este: há escassez de recursos no mundo, e por causa dessa escassez há a possibilidades de conflitos entre diferentes grupos de pessoas. O que fazer com esses conflitos que podem surgir? Como garantir a paz entre as pessoas?
A proposta feita por estatistas, desde Thomas Hobbes até o presente, é a que segue: como há conflitos constantes ocorrendo, os contratos feitos entre vários indivíduos não serão suficientes. Por isso, precisamos de um tomador de decisão supremo que seja capaz de decidir quem está certo e quem está errado em cada caso de conflito. E esse tomador de decisão supremo em um dado território, essa instituição que tem o monopólio da decisão em um dado território, é definido como sendo o estado.
A falácia dessa argumentação se torna aparente quando você percebe que, se existe uma instituição que tenha o monopólio da tomada suprema de decisões para todos os casos de conflito, então consequentemente essa instituição também vai definir quem está certo e quem está errado em casos de conflito nos quais essa mesma instituição esteja envolvida. Ou seja, ela não é apenas uma instituição que decide quem está certo ou errado em conflitos que eu tenha com terceiros, mas ela também é a instituição que vai decidir quem está certo ou errado em casos em que ela própria está envolvida em conflitos com outros.
Uma vez que você percebe isso, então se torna imediatamente claro que tal instituição pode por si mesma provocar conflitos para, então, decidir a seu favor quem está certo e quem está errado. Isso pode ser exemplificado particularmente por instituições como o Supremo Tribunal Federal. Se um indivíduo tiver algum conflito com uma entidade governamental, o tomador supremo da decisão — aquele que vai decidir se quem está certo é o estado ou o indivíduo — será o Supremo Tribunal, que nada mais é do que o núcleo da mesma instituição com a qual esse indivíduo está em conflito. Assim, é claro, será fácil prever qual será o resultado da arbitração desse conflito: o estado está certo e o indivíduo que o acusa está errado.
Essa é a receita para se aumentar continuamente o poder dessa instituição: provocar conflitos para, então, decidir a favor de si mesma, e depois dizer ao povo que reclama do estado o quanto eles devem pagar por esses julgamentos feitos pelo próprio estado. É fácil, então, perceber a falácia fundamental presente na construção de uma instituição como o estado.
E como temos visto uma aparentemente irrefreável expansão do poder do estado em absolutamente todos os países do mundo, é válido perguntar: há alguma esperança? O estado é de fato uma instituição tão poderosa contra a qual nada pode ser feito? Há alguma maneira de se opor a ele?
A primeira coisa a ser feita para se opor ao estado deve ser, é claro, compreender a sua natureza íntima. Por exemplo, é curioso que economistas, em todas as outras áreas da economia, se oponham a monopólios e sejam a favor da concorrência. (Eles se opõem a monopólios porque, do ponto de vista do consumidor, monopolistas são instituições que produzem a custos mais altos do que o custo mínimo e entregam um produto mais caro e cuja qualidade é menor do que seria em um ambiente concorrencial. Eles consideram a concorrência como algo bom para o consumidor porque empresas concorrentes estão constantemente se esforçando para diminuir seus custos de produção para poder passar esses custos mais baixos em forma de preços menores aos consumidores e, assim, superarem suas concorrentes. Além, é claro, de terem de produzir produtos com a maior qualidade possível sob estas circunstâncias). Entretanto, quando se trata da questão mais importante para a vida a humana — a saber, a proteção da vida e da propriedade — quase todos os economistas são a favor de haver um monopolista fornecendo esses serviços. Eles parecem imaginar que o argumento da concorrência não mais é válido. Eles parecem não entender que um monopólio desses serviços vai requerer gastos muito maiores e, da mesma maneira, a qualidade do produto — nesse caso lei, ordem e justiça — será menor.
Portanto, para iniciar qualquer tipo de recuo do estado temos de compreender claramente sua natureza íntima de monopolista e discernir os efeitos negativos que monopólios têm sobre todos os estratos da vida, particularmente na área da lei e da ordem. O que podemos desejar, na melhor das hipóteses — caso não consigamos abolir o estado —, é que o número de estados concorrenciais seja grande o suficiente. Um grande número de estados não permite que cada estado em particular aumente facilmente os impostos e as regulamentações porque as pessoas iriam, nesse caso, “votar com seus pés”, isto é, iriam mudar de estados (mudar de país). A situação mais perigosa concebível é aquela em que um governo mundial iria impor os mesmos impostos e as mesmas regulamentações em uma escala mundial, acabando com todos os incentivos para que as pessoas se mudem de um país para outro, pois a estrutura dos impostos e das regulamentações seria a mesma em todos os lugares.
Por outro lado, imagine uma situação em que houvesse dezenas de milhares de Suíças, Liechtensteins, Mônacos, Hong Kongs e Cingapuras. Nesse caso, ainda que cada estado quisesse aumentar impostos e regulamentações, eles simplesmente não lograriam êxito porque haveria repercussões imediatas — ou seja, as pessoas iriam se mudar das localizações menos favoráveis para aquelas mais favoráveis.
Quando pensamos em pensadores como Étienne de La Boétie, Hume, Mises, Rothbard etc., vemos que todos eles diziam que, por mais inexpugnável que o estado pareça, com todos os seus exércitos, com seu vasto número de empregados e com seu vasto aparelho de propaganda, ele na verdade é vulnerável porque, sendo o estado uma minoria que vive parasiticamente à custa de uma maioria, ele depende do consentimento do governado. Mesmo os estados mais poderosos — como, por exemplo, aqueles que vimos na URSS, no Irã sob o xá, e na Índia sob domínio britânico — podem se esfacelar. E essa ainda é uma esperança.
Novamente, a idéia é a seguinte: o presidente pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser aceita e executada por um general; o general pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser executada pelo tenente; o tenente pode dar a ordem, mas a ordem tem de ser executada em última instância pelos soldados, que são aqueles que terão de atirar. E se eles não atirarem, então tudo aquilo que o presidente — ou o supremo comandante — ordena passa a não ter qualquer efeito. Assim, o estado somente pode efetuar suas políticas se as pessoas lhe derem seu consentimento voluntário. Elas podem não concordar com tudo que o estado faça e/ou ordene que outros façam, mas, enquanto elas colaborarem, serão obviamente da opinião de que o estado é uma instituição necessária, e os pequenos erros que esta instituição cometa são apenas o preço necessário a ser pago para se manter a excelência do que quer que ela produza. Quando essa ilusão desaparecer, quando as pessoas entenderem que o estado nada mais é do que uma instituição parasítica, quando elas não mais obedecerem às ordens emitidas por essa instituição, todos os poderes estatais, mesmo o do mais poderoso déspota, desaparecerão imediatamente.
Mas para que isso seja possível, primeiro é necessário que as pessoas desenvolvam aquilo que podemos chamar de ‘consciência de classe’, não no sentido marxista — que diz que há um conflito entre patrões e empregados —, mas no sentido de um conflito de classes que opõe, de um lado, os regentes estatais, ou a classe dominante, e do outro lado, aqueles que estão sob o domínio do estado. Portanto, o estado tem de ser visto como um explorador, uma instituição parasítica. Só quando tivermos desenvolvido uma consciência de classe desse tipo é que haverá a esperança de que o estado, justamente por causa da difusão geral desse conceito, possa entrar em colapso.
Finalmente, o ponto de vista de Hobbes é interessante. Uma das coisas que mais ameaça o estado é o humor e a risada. O estado presume que você deve respeitá-lo, que você deve levá-lo muito a sério. Hobbes dizia que era algo muito perigoso o fato de as pessoas rirem do governo. Portanto, tente sempre seguir a seguinte regra: ria e zombe do governo o máximo possível.
A fraude chamada ‘estado’
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Preciso desabafar sobre minha vida(Esposa e filho)

Moro no interior de SC, tenho 22 anos e uma filha de 7 meses.

Acompanho todas os desabafos aqui e muitas vezes fico com vontade de comentar, porém escrevo muita coisa,fujo do assunto as vezes, acabo apagando tudo e depois fico com peso na consciência ..
Problema 1:
Trabalho num escritório que todos tem mais de 10 anos de empresa e ganham mais do que o dobro do meu salário(ok eu tenho um pouco mais de 2 anos de empresa), porém as vezes fico indignado como o pessoal não pensa a longo prazo, não quer se envolver para fazer melhorias, apenas fazer o diário e é normal pegar pessoas no whatsapp, lendo jornal, porém quando é solicitado para fazer alguma atividade leva tempo e o gerente parece seguir a mesma linha, parece que se eu falar de alguém para ele, não levará a nada..
Estou em alguns projetos que dependem dessas pessoas porém o projeto não anda por que elas não desenvolvem suas atividades e eu sou cobrado..
Isso me deixa muito puto, sinto que deveria ser mais valorizado pelo que eu faço, porém buscar outro emprego não é opção agora.
Problema 2:
Desde que minha filha nasceu, decidi que ela não iria trabalhar tão cedo e ia cuidar da casa e da filhota, porém é normal eu chegar em casa e ver que está tudo uma bagunça( e quando eu cobro, parece que eu sou o erro e ela fica de cara fechada o resto da noite) e que provavelmente ela ficou vendo série e vendo tik tok o dia todo, eu queria que ela fosse trabalhar(pandemia tá ferrando também), assim acredito que ela entraria nas responsabilidades e saberia administrar seu dinheiro e não achar que tudo é fácil quando quer as coisas para min. Nem transar mais eu tenho vontade, já fazem alguns meses e ela é uma mulher interessante, mais a falta de responsabilidade e interesse nas coisas me deixam mal, as vezes penso em ficar no escritório mais umas horas para não aturar..
Posso dizer que ganho pouca coisa menos que 2 salários mínimos, porém é do meu dever pagar, dentista para ela, energia, mercado, gasolina para min ir trabalhar, IPVA, netflix, remédios, fralda e tudo mais, no final das contas é difícil eu conseguir guardar alguma coisa para emergência ou mesmo eu desfrutar de alguma coisa e se eu reclamo que ela gasta muito, é o mesmo drama de quando peço para ela limpar a casa.

Sinto que tenho dever de cuidar da minha filha e ela quase não me da gasto, porém minha esposa todo dia é uma dor aqui uma dor ali, queria que eu comprasse uma cinta para correção de postura, sushi final de semana e não sei o que, cara eu fico maluco, parece que ela não da valor no meu dinheiro, acha que tem uma fonte de grana.
E tenho 100% de certeza que eu sozinho sou muito mais organizado que ela, para fazer um almoço ela deixa as coisas tudo em cima da mesa depois que usa, passa na frente e parece que não vê..

Realmente eu sei que eu casei mal, casei mal por que to seguindo a obrigação de ser pai e não abandonar minha filha, não era para ter esse filho, porém aconteceu, eu vacilei e agora tenho que pagar, mais sinceramente, acho que não vou aguentar mais um ano do lado dessa pessoa, eu acho que se eu pagar metade do meu salário em pensão eu vou viver mais tranquilo do que morando junto.

Eu sei que escrevi demais, porém faz tempo que guardo isso para min e vivo aflito, a única coisa que me tira do sério um pouco é jogar alguns jogos e dormir. Nem tenho mais vontade de lavar o meu carro que eu lavava duas vezes por semana, agora é uma vez no mês e olhe lá.
submitted by HazzenHD to desabafos [link] [comments]

Primo Rico - Até quando esse safado se sustenta?

Boa noite, meus caros.
Há pouco tempo comecei a brincar de investir. Me interessei pelo assunto e, creio que como muitos, fui pegando o que era mainstream. Entre eles o famoso Thiago Nigro, ou "Primo Rico". De início achei que os vídeos tinham algum conteúdo, mas depois de ver com afinco alguns dos materiais e acompanhar ele no Instagram, vi que parecia mais um coach de investimentos que alguém realmente determinado a ajudar o pessoal a investir na bolsa.
Além disso, me incomodava muito o fato dele sempre ter patrocínios por trás, isso vai obviamente enviesar a opinião do cara. Enfim, depois de um tempo parei de ver qualquer coisa dele, mas mesmo assim fiquei com aquela imagem de charlatão bom de lábia dele. Depois mais li a história da família "passando dificuldades" e ele oferecendo o nome para comprar um ap de R$500 pau em 2010.
Ontem me deparo com um monte de nego compartilhando a live dele. Fui dar uma olhada no que se tratava e nada mais era que uma "desafio de 21 dias". Basicamente o cara transformou a comunidade dele em uma seita. O pessoal para o dia para ouvir pesados ensinamentos como "não adianta sair do buraco, se o buraco não sair de você". Ou seja, o conteúdo é o mais imbecilizado possível e sem peso algum. Não existe dica de nada, nem passagem de conhecimento algum com ele. É tudo raso e simples.
Mas a cereja do bolo veio depois: desde o início da live ele estava na competição para atingir os 200 mil views ao vivo. O prêmio para os seguidores seria a revelação de algo "secreto". Pois bem, ao atingir a meta, ele anunciou que estaria liberando seu livro GRATUITAMENTE e quem quisesse comprar pagaria somente o frete dele. Quando o pessoal que tentou comprar era encaminhado para a tela do carrinho, aparecia o valor de R$19, independentemente do lugar que você vivesse. Ao fim da compra, você era agraciado com a entrega de um livro dele no formato e-book. Ou seja, não havia livro físico, somente um .pdf com o valor de R$19. Ou seja, PILANTRAGEM pura e clara.
Isso me levou a refletir um pouco e ver que aproveitadores estão usando dessa fome do povo em ficar rico fácil e rapidamente, vendendo groselha e abobrinha com a promessa de você virar milionário, se aposentar com 30 anos e viver de renda pelo resto da vida. Creio que isso vai de encontro com a mentalidade da maioria do nosso povo de que basta você se esforçar para conseguir qualquer coisa e nossa falta de cultura, educação e discernimento para saber estudar, ler e pensar por conta própria. O pessoal em sua maioria, acha que sentar e ver a live do cara anotando seus pitacos de sabedoria levará qualquer um à fonte inesgotável e exígua de conhecimento pleno e sabedoria financeira.
Além disso, e aqui é uma percepção extremamente delicada, é de que tem gente graúda financiando esse cara por trás. Municiam ele com dinheiro para criar a ideia de que é simples e fácil ganhar dinheiro na bolsa, que é só colocar ali e dar risada. Enquanto isso, corretoras que apoiam ele viram uma máquina de fazer dinheiro cobrando taxas de corretagens altíssimas, empresas ganham grana com esse mar de CPF na bolsa e ninguém é penalizado já que "a bolsa é assim mesmo, o mercado é volátil e pode subir ou descer a qualquer momento".
Outra coisa que percebi é o círculo de influenciadores que existe. Um chama o outro, um indica o outro, as recomendações se fecham e nunca saem daquele mundo ali. Não há indicações de fontes qualificadas e técnicas fora daquele meio.
Enfim, desculpem o monte de bobageira, mas fico pistola da vida em ver cara assim lucrando em cima de gente pouco instruída. Além disso, pode levar muita gente à bancarrota pensando em sacrificar economias e valores que não serão facilmente recuperáveis no curto prazo. No mais, só queria vomitar meu ódio aqui mesmo.
P.S.: outro fato legal: no fim do ano ele se propôs a perder peso. Esses dias lançou um vídeo ensinando como fazer. Em resumo, o plano dele contava com médico, nutricionista, personal trainer, fisioterapeuta, empresa de fazer marmita e tudo mais. E ele se vangloriando de ter bolado essa "ESTRATÉGIA" dificílima para poder emagrecer. PIADA.
Edit: soube que o maluco lucrou mais de R$700 barão so de Adsense no YouTube no ano passado produzindo aqueles “conteúdos” todos lá. Enquanto isso o Damodaran tem menos de 5k views em cada AULA que ele dá.
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Publiquei o quinto episódio do podcast A Bolsa no Divã: entrevista com o CFO da Movida

Boa noite, sub!
Venho mais uma vez divulgar o meu podcast, no qual entrevisto representantes das empresas para entender como elas ganham dinheiro.
Neste episódio com a Movida, fui mais incisivo, com várias perguntas de jornalista mesmo (minha formação), sem levantar tanto a bola para o entrevistado cortar, como talvez tenha ocorrido em outros episódios.
Além de detalhar o modelo de negócios da empresa (que é igual ao da Unidas e da Localiza), o CFO Edmar Lopes respondeu sobre o prejuízo no primeiro trimestre, o fluxo de caixa negativo que ocorre em empresas do setor, o endividamento e a concorrência com Localiza e Unidas.
Agora, uma questão para vocês: estamos entrando em quiet period, e várias empresas já aceitaram gravar, mas vão esperar a divulgação de resultados. Nesse período, vou ativar o canal no Youtube, recortando os melhores momentos de cada episódio.
Mas, além disso, acho que seria bacana entrevistar algum outro personagem do mercado. Fugiria da proposta, sim, mas ajudaria a manter o engajamento.
Pensei em Eduardo Cavalcanti, Asvid ou Fábio Holder para explicar o que é buy and hold e como escolher as empresas.
Ou em gestores de fundos, como o César Paiva, da Real Investor, para entender o que eles levam em conta ao escolher as empresas.
O que vocês acham?
Episódio disponível no Spotify, Deezer, Anchor, Google Podacsts e Apple Podcasts, entre outros. Link: bit. ly/abolsanodiva
Grande abraço a todos!
PS: a pedido do sub, mudei a trilha sonora de fundo, tirando o assovio. Agora ficou quase imperceptível :)
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Curso Confeiteira de Sucessos Vale A Pena? É Bom?

Curso Confeiteira de Sucessos Vale A Pena? É Bom?

Curso Confeiteira de Sucessos Vale A Pena É Bom
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Confeiteira de Sucessos Vale a Pena e Você Ainda Terá Mais!

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Por Que Devo Fazer Minha Inscrição No Confeiteira de Sucessos?


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Como qualquer outro tipo de empreendimento, além de proporcionar proteção ao desemprego, também irá proporcionar a você mais liberdade no que diz respeito ao fato de poder está mais tempo perto de sua família.
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submitted by Orpheu2000 to u/Orpheu2000 [link] [comments]

Publiquei o segundo episódio do podcast A Bolsa no Divã: entrevista com o RI da ODPV3

Fala, pessoal!
Já virou rotina: todas as segundas, venho aqui incomodar o sub para divulgar o episódio mais recente do meu podcast, que criei há algumas semanas para servir como fonte de informação ao pequeno investidor que deseja entender como as empresas listadas na bolsa ganham dinheiro.
No primeiro episódio, entrevistei o CEO da JHSF. Agora, foi o RI da OdontoPrev (ODPV3), José Roberto Pacheco.
Ele usou uma linguagem muito acessível e trouxe várias curiosidades sobre a empresa, como a fusão com o Bradesco, que não vazou na imprensa, as vantagens competitivas, os motivos para o ticket médio da empresa ser superior à concorrência, os fundos de mais de 30 países que investem na empresa, a sazonalidade, a distribuição de dividendos e a tecnologia na qual a empresa investe para continuar crescendo.
Fiquei bem satisfeito com o episódio, é bem dentro daquilo que eu queria fazer. E, ao contrário do primeiro episódio, o último bloco ficou mais descontraído.
Conto com a audiência dos amigos! Link para todos os tocadores em bit. ly/abolsanodiva. Se quiserem, também podem seguir @ abolsanodiva no Instagram e no Twitter. :)
Grande abraço e obrigado pela força!
EDIT: erro de digitação
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O que é Fascismo (2da Edicao 2020)

Edit: tem um user nos comentarios falando que eh tudo inventado. Eu apresento as obras e autores para vcs confimarem por si mesmos. Confirmem nas obras e nao caiam no mal caratismo das pessoas.
Antes o papo era que Nazismo eh de esquerda e agora o papo eh que antifascistas sao fascistas. Ou socialismo em geral é fascista. E eu vejo que as campanhas populistas nunca falam do socialismo clássico fazendo correlações falsas com as ideologias de esquerda de hoje.
Vamos falar desse socialismo para buscar entender de onde vem e o que é fascismo.
O termo "socialismo" existe desde a Grécia antiga. É citado tanto por Platão em seu livro "A República" como também por Cícero na Roma Antiga. Oswald Spengler em seu livro "Prussianismo e Socialismo" publicado na década de '20, fala do Socialismo Prussiano (ou socialismo Teutonico/Germanico que data desde a epoca da queda do Imperio Romano). Esse socialismo que eles citam é o socialismo conservador.
As características do socialismo conservador (socialismo de direita) varia depende da época e povo, mas em geral se caracteriza por um estado paternalista, privilégio hierárquico social, preservação das instituições como religião e estatais (que ditam a vida das pessoas), o governo em controle da economia, preservação do capitalismo corporativista, nacionalismo, entre outras coisas. Algumas vertentes do socialismo conservador vão preferir a ditadura presidencial ou monarquia, enquanto outras vertentes vão preferir a democracia parlamentar ou presidencialismo.
Algumas vertentes, como o socialismo Prussiano/Germânico/Teutônico, tendem a hegemonia nacionalista. Tem vertentes que abolem a propriedade privada. Mas nenhuma das vertentes é contra o capitalismo, mas o contrário, são defensores do capitalismo corporativista pq acreditam que a prosperidade da elite reflete na prosperidade em sociedade.
Eu sei que muitos defensores do capitalismo dizem que capitalismo é somente quando ha estado minimo e nao intervenção na economia. Mas na verdade, tal descrição é do liberalismo e não do capitalismo (nem todo capitalismo é liberal). Mas eu explico isso melhor mais a frente.
Continuando... O termo socialismo vem da ideia do que o cidadão toma conta um do outro (hierarquia social), se foca em suas aptidões e trabalho visando a grandeza da nação (nacionalismo), abre mão da competição individualista liberal de enriquecimento e ascensão/prestígio pessoal (considerado liberalismo) e aceita sua posição social, não havendo assim conflito entre classes e todos focados no trabalho e grandeza da nação.
Independente da vertente, o princípio é que a nação deva ser regida como uma orquestra, ou como uma sociedade de formigas e abelhas. Ou como no caso da Prússia, como uma hierarquia militar. Não tentar ser o que vc nao eh. Como em uma orquestra o objetivo é ter a sociedade funcionando em harmonia. O solista não compete com o regente para ser regente, os demais da banda não competem com o solista. E assim buscam ter a estabilidade social como havia na idade média e demais épocas passadas.
O primeiro grande conflito contra o Socialismo Conservador (A princípio monárquico absolutista e feudal) eh o Liberalismo, que surge no meados de 1600' com o Inglês John Locke, conhecido como o pai do liberalismo. Surgiu como briga pela liberdade individual. Tal liberdade individual significa participação no poder (democracia), liberdade de expressão (poder questionar a sociedade e poder vigente), liberdade religiosa em que você pode escolher sua religião e não ser obrigado a seguir uma religião imposta pelo estado ou sociedade, livre comércio que é a liberdade individual em comercializar sem as oligarquias das guildas feudais (e depois estado) limitando a competição, igualdade de gênero que se opõem a hierarquia e determinismo social, e propriedade privada (o que para o liberalismo clássico significa o fim do domínio oligárquico dos grandes proprietários de terras, os senhores feudais).
Em resumo, o liberalismo significa a emancipação do camponês, podendo assim ser proprietário de terra e consequentemente competir individualmente para a prosperidade individual. Ou seja, o fim dos privilégios socioeconômicos de uma elite oligárquica. Thomas Paine, um dos fundadores dos EUA e filósofo, defendia a renda básica em 1797, em um panfleto que ele escreveu chamado Justica Agraria: https://en.m.wikipedia.org/wiki/Agrarian_Justice
O conflito entre Socialistas Conservadores, que buscavam a volta dos princípios do feudalismo na época, e Iluministas liberais (Republicanos liberais) culminou na grande primeira revolução política, a Revolução Francesa em 1789-1799.
Uma curiosidade: O primeiro movimento feminista começou junto com o movimento de independência dos EUA em 1776. A própria declaração de independência dos EUA cita que todos os cidadãos, homens e mulheres, são criados iguais e livre. Uma das primeira obras do movimento feminista foi escrito por Mary Wollstonecraft, chamado "Vindication of the Rights of Women" publicado em 1796. As feministas esquerdistas vão surgir bem depois (após o surgimento do movimento operário de esquerda, Marxismo, na segunda metade de 1800).
Historicamente a direita é o que busca preservar ou conservar os princípios e tradições políticas, econômicas e sociais passadas (conservadorismo) enquanto a esquerda eh o que busca mudar os princípios tradicionais com novos princípios e ideias. Sendo assim, historicamente o Socialismo original (Conservador) defendia a monarquia, engessamento social e feudalismo, e sentavam à direita do rei (por isso chamados de direita). Os liberais (o que inclui os jacobinos citado por Max Weber em "A ética protestante e o espírito do capitalismo") sentavam à esquerda do rei (assim chamados de esquerdistas). Logo, os principios iluministas liberais tepublicano capitalista eh originalmente um movimento de esquerda.
O termo socialismo em si começou a ficar mais em voga a partir do monarca austríaco Klemens von Metternich em 1847, que junto com demais monarquistas, começaram suas campanhas contra o liberalismo.
O socialismo marxista (socialismo de esquerda) surge apenas a partir da segunda metade de 1800', quando Karl Marx, que inicialmente era liberal capitalista, chegou a conclusão que o problema das sociedades se resumem em conflitos de classes e que por isso, o ideal seria haver uma sociedade sem classes sociais, e consequentemente sem capitalismo.
Veja que tanto o socialismo/comunismo (socialismo limeral) quanto o socialismo classico buscam a estabilidade social. A diferenca eh que o primeiro busca pelo fim das classes sociais/capitalistas e o segundo pelo engessamento das classes sociais.
O socialismo liberal (Socialismo Marxista) eh irmao do Liberalismo capitalista. Ambos são frutos do Iluminismo Britânico e seu princípio no "contrato social" que surgiu com Thomas Hobbes (1651) e em seguida deu fruto ao Liberalismo com John Locke (1689). Ambos sao contra o socialismo conservador, que se opoem a liberdade individual e social tanto do republicano capitalista quanto do anti-estado comunista, socialista e anarquista,
O socialismo, comunismo e anarquismo surge como um novo movimento dentro do liberalismo iluminista, pq foi observado que após a implantação do estado republicano, políticos, classe econômica e capitalistas industriais usavam a máquina pública visando interesses próprios. O exemplo mais claro disso foi com a primeira república instaurada pela Revolução Francesa. O classe capitalista que servia a corte com seus produtos, e que por isso estavam mais próximo dos nobres, foram os que obtiveram o poder e influência no estado após a revolução. O resto da população continuava na miséria sem emancipação econômica e conflitos armados mataram muita gente nessa briga pelo poder. Já países onde houve mais emancipação dos camponeses que viraram proprietários de terras, os movimentos anticapitalista e anti-estado não foram tão fortes e o capitalismo foi melhor aceito pela população em geral (Inglaterra e EUA).
Em resumo, o socialismo original que existe desde os principios da obra "A Republica" de Platao, eh um socialismo conservador e que por isso de direita. Contra tal conservadorismo que na época era Monárquico absolutista e feudal, surgiu o Liberalismo Republicano (esquerda). Mas o primeiro passou a ser a terceira via quando os liberais republicanos se tornaram os conservadores, e então direita, e os opositores esquerda.
Os monarcas e antigos senhores feudais faziam campanhas políticas para conseguir suas terras e poder económico de volta. E em geral eles tiveram muito apoio da classe média (que eram os artesãos na idade média). Era um movimento que buscava voltar ao feudalismo ou da monarquia absolutista (ou ambos) para obter o socialismo conservador de volta (classe social engessada). Pq o iluminismo que culminou no liberalismo, fez com que os donos de terras e artesãos (que se tornaram classe média no capitalismo) perdessem seus privilégios e estabilidade social. Principalmente os artesãos que no feudalismo tinham o mercado protegido pelas guildas mas no capitalismo passaram a ter que competir para não virar classe trabalhadora (pobre). Além de se verem obrigados a fazer dívidas com bancos para conseguir competir, etc… e nessas campanhas surgem movimentos como o pan-europeu, defendendo privilégios sobre terras, poder, mercado e posição social como sendo um direito natural étnico, nacionalista, sanguíneo, etc. E eh dia que comeca a formar o fascismo.
Os estadistas e capitalistas que estão no topo da cadeia social, no capitalismo republicano, começam a fazer campanhas e políticas contra o socialismo clássico que visa o fim da competição individual social liberal.
E para obter o apoio da classe média, começam a oferecer alternativas de estabilidade social como o estado assistencialista ou segregação social (quando não ambos). Essa segregação social é uma forma de garantir a estabilidade social reduzindo a competição social, dando privilégios a certos grupos e segregando outros ao acesso de emergir a tais classes privilegiadas.
O Imperador Prussiano Bismarck que tentou modernizar a Alemanha acabando com o poder dos antigos senhores de terras e as tendência de preferência pelo socialismo clássico da população em geral, implementou o estado de bem estar social em 1883, para obter o apoio da população pelo estado liberal.
A classe média também fazia campanhas para obter apoio da classe operária contra os capitalistas (donos de fábricas) classe econômica (donos de bancos e demais instituições financeiras), pq a classe média (artesãos ou pequenos empresários) não conseguem competir com grandes empresários capitalistas, e viam os bancos (em que os judeus tinham a fama de serem os donos) como parasitas que vivem dos juros das dívidas da classe média.
Essa união entre classe média e operários tende tanto para o estado de bem estar social (democracia social) quanto para o lado que ainda busca a estabilidade social através da segregação social (limitando minorias na competição social). Esse segundo eh de onde vem o fascismo. A carteira de trabalho implementada pelo Mussolini foi a forma de dar maior garantia de estabilidade social aos trabalhadores nacionais e assim aceitarem suas funções/posições operárias.
Em resumo, o fascismo busca a estabilidade social, através da segregação social limitando a competição social (engessando as classes sociais em dificultando minorias em emergir socialmente, gerando então menos competitividade e estabilidade social para as classes privilegiadas). Essas minorias podem ser desempregados, estrangeiros, negros, judeus, etc.
A questão do estado é uma forma de garantir tal estabilidade social através do nacionalismo (limitando direitos e acesso a estrangeiros ao mercado de trabalho) por exemplo. Como também usando a máquina burocrática para beneficiar alguns (militares, políticos, latifundiários, algumas classes de empresários) e limitar outros grupos a competição social com os privilegiados.
Logo, estado inchado e burocratico por si so nao eh fascismo. Isso seria uma falsa correlacao. O estado é só uma ferramenta. O fascismo é a segregação socioeconômica em busca de estabilidad social.
Todo discurso sobre supremacia étnica, nacional, racial, etc, são discursos populistas para ganhar a massa com simplismo, medo, pseudo ciência e mitologias. Por trás de tudo isso está o controle da massa pelo medo da falta de estabilidade social, então transformada em medo social (ao estrangeiro, pobre, negro, judeu, mulheres, movimentos como o feminismo, etc).
O Nazismo em si eh o socialismo prussiano (conservador) em sua forma altamente populista (tentar ganhar apoio popular culpando Judeus e demais estrangeiros pelo desastre econômico pós primeira guerra).
Eu entendo que muita gente associa o comunismo com ditaduras e falta de liberdade, e consequentemente com Nazismo. Como tambem associam capitalismo sendo sinonimo de liberalismo. Mas como a maioria do conhecimento popular, isso eh apenas um emaranhado de correlações falsas populistas.
O liberalismo clássico em si eh contra o "pro business". Adam Smith já dizia que grandes empresários eram uma ameaça ao Liberalismo e democracia, já que quando empresas obtêm grande poder elas passam a ser como um estado ou a manipular o estado. Eh ai que o liberalismo clássico se difere do Neo-Liberalismo ao qual eh "pro-business" com a filosofia de que quanto mais grandes empresários ganham dinheiro mais dinheiro é escoado na sociedade, levando prosperidade econômica a todos..
Por mais que muitos hoje dizem que o capitalismo só funciona quando não tem intervenção governamental, os liberais clássicos viam que governo é importante para que haja capitalismo (diferente dos anarquistas capitalistas). Max Weber mesmo escreveu sobre a teoria do Iron Cage que diz que o crescimento do estado é uma demanda do próprio capitalismo para que o capitalismo possa crescer (Neoliberalismo).
Para aqueles que leram até aqui eu agradeco pela atencao e tolerância em buscar conhecer ou entender uma outra perspectiva (Entender um ponto de vista nao eh sinonimo de concordar, e por isso eu não estou esperando que haja concordância).
Eu por exemplo nao gosto e nao concordo com o socialismo conservador, mas eu busquei as obras de Spengler quanto a de Platão para entender melhor o que de fato eh o conservadorismo, socialismo e nazismo. Da mesma forma que eu não concordo com o comunismo, mas eu busquei entender o que é comunismo lendo Marx entre outros (ao qual também existem inúmeras vertentes em que discordam uns dos outros).
Eu sei que muita gente se recusa a ler "O Capital" de Marx pq eh um livro comunista. Mas o livro quase não fala sobre comunismo ou socialismo liberal. O livro todo aborda e analisa o capitalismo, e ao contrário do que muita gente pensa, ele não fica o livro todo criticando o capitalismo. No livro ele muitas vezes fala até bem do capitalismo em certos pontos (mas a conclusão final dele eh que o sistema precisa ser substituído ou será substituído naturalmente), mas em geral ele apenas apresenta uma análise do sistema, motivo pelo qual eh ainda um livro lido e estudado nos cursos de economia (mesmo que ninguém concorde ou defenda Marxismo.
Para finalizar com uma última curiosidade. Algo que todos esses sistemas têm em comum, independente de eh contra ou afavor de estado, contra ou a favor da liberdade individual, contra ou a favor do capitalismo, é que todos eles tem como engrenagem a questão do trabalho. Max Weber explica a implicância da "doutrina do trabalho" que vem da ética religiosa que passa a fazer parte do espírito do capitalismo (e seu princípio meritocrático). O socialismo conservador, principalmente em fascismo (e nazismo) tem como princípios o trabalho como forma de liberdade do interesse individual (considerado corrupção social) visando o grandeur da nação. O Comunismo tem como princípio o poder da mão de obra dos trabalhadores como a geração de riquezas ao qual o capitalista extrai riqueza e desejam que os trabalhadores fiquem com tal riqueza.
Mas tem uma vertente comunista chamada comunista autônomo que surgiu na itália, que é contra tal "doutrina do trabalho". Segundo eles, a engrenagem do capitalismo é a doutrina do trabalho e que por isso, o comunismo está fadado a falhar e retornar ao capitalismo pq eles mantêm tal engrenagem.
Diante disso surge o movimento anti-trabalho (ou anti-trabalhista), ao qual eu não conheço muito mas estou em busca em aprender (e compreender mesmo que se não concordar).
Eu não sou historiador, acadêmico, youtuber e nem intelectual. Por isso, eu espero que esse thread desperte a curiosidade para que vcs continuem interessado e pesquisando para buscar mais compreensão e correção do que eu possa ter mal interpretado ou compreendido (mesmo não concordando).
Para pessoas sem caráter que sempre fala da liberdade de expressão e acusa protestos de minorias e esquerdas de fascismo por serem violentos, mas sempre terminam a conversa demonstrando suas frustrações e intolerância com violência verbal e ataques pessoais, serão ignorados por mim.
submitted by ThorDansLaCroix to brasilivre [link] [comments]

Papo de hoje no almoço com Tio do Zap

Siga o fio para entender como pensa alguém que vota na extrema-direita mesmo que discorde sobre muitos dos seus pontos:
Eu: É, essa crise vai pegar muito pesado com todo mundo que depende de esportes, já que não estão podendo participar de torneios e campeonatos. Até as Olimpíadas cancelaram.
Tio: É, mas isso vai ser bom para diminuir o salário daqueles jogadores de futebol, eles não deveriam ganhar tanto assim.
Eu: Mas se eles ganham tanto dinheiro é porque merecem, aliás quem paga os salários são os clubes de futebol, que são associações ou empresas privadas. Elas arrecadam uma grana enorme e pagam salários grandes, normal.
Tio: Mas eles não deveriam ganhar tanto, tem que ter uma distribuição de renda maior, eles ganham muito.
Eu: Isso aí é um passo para o comunismo, hein, tio, você tá propondo que o Estado intervenha pra reduzir o salário dos jogadores?
Tio: (exaltado) Comunismo é o PT, aquele bando de ladrões, acabaram com o Brasil, isso aqui ia virar uma Venezuela (e mais uns 2 minutos de rant).
Eu: Mas você está propondo diminuir o salário dos jogadores para distribuir melhor entre quem ganha menos, é isso mesmo?
Tio: É isso, mas isso não é comunismo.
Eu: No mínimo é uma política de redistribuição de renda, mais à esquerda do que à direita. Acho que você está virando comunista (pra provocar).
Tio: (Mais 5 minutos de discurso de ódio à esquerda).
Resumo: É isso aí, a extrema-direita foi exímia em capturar a mente das pessoas e fazê-las de escravas. Souberam manobrar as redes sociais com maestria. Agora somos todos vítimas dos tiozões do Whatsapp Brasil afora.
submitted by Lemondope to brasil [link] [comments]

Mes estudos para o CACD - Bruno Pereira Rezende

Livro do diplomata Bruno Pereira Rezende
INTRODUÇÃO
📷📷Desde quando comecei os estudos para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), li dezenas de recomendações de leituras, de guias de estudos extraoficiais, de dicas sobre o concurso, sobre cursinhos preparatórios etc. Sem dúvida, ter acesso a tantas informações úteis, vindas de diversas fontes, foi fundamental para que eu pudesse fazer algumas escolhas certas em minha preparação, depois de algumas vacilações iniciais. Mesmo assim, além de a maioria das informações ter sido conseguida de maneira dispersa, muitos foram os erros que acho que eu poderia haver evitado. Por isso, achei que poderia ser útil reunir essas informações que coletei, adicionando um pouco de minha experiência com os estudos preparatórios para o CACD neste documento.
Além disso, muitas pessoas, entre conhecidos e desconhecidos, já vieram me pedir sugestões de leituras, de métodos de estudo, de cursinhos preparatórios etc., e percebi que, ainda que sempre houvesse alguma diferenciação entre as respostas, eu acabava repetindo muitas coisas. É justamente isso o que me motivou a escrever este documento – que, por não ser (nem pretender ser) um guia, um manual ou qualquer coisa do tipo, não sei bem como chamá-lo, então fica como “documento” mesmo, um relato de minhas experiências de estudos para o CACD. Espero que possa ajudar os interessados a encontrar, ao menos, uma luz inicial para que não fiquem tão perdidos nos estudos e na preparação para o concurso.
Não custa lembrar que este documento representa, obviamente, apenas a opinião pessoal do autor, sem qualquer vínculo com o Ministério das Relações Exteriores, com o Instituto Rio Branco ou com o governo brasileiro. Como já disse, também não pretendo que seja uma espécie de guia infalível para passar no concurso. Além disso, o concurso tem sofrido modificações frequentes nos últimos anos, então pode ser que algumas coisas do que você lerá a seguir fiquem ultrapassadas daqui a um ou dois concursos. De todo modo, algumas coisas são básicas e podem ser aplicadas a qualquer situação de prova que vier a aparecer no CACD, e é necessário ter o discernimento necessário para aplicar algumas coisas do que falarei aqui a determinados contextos. Caso você tenha dúvidas, sugestões ou críticas, fique à vontade e envie-as para [[email protected] ](mailto:[email protected])(se, por acaso, você tiver outro email meu, prefiro que envie para este, pois, assim, recebo tudo mais organizado em meu Gmail). Se tiver comentários ou correções acerca deste material, peço, por favor, que também envie para esse email, para que eu possa incluir tais sugestões em futura revisão do documento.
Além desta breve introdução e de uma também brevíssima conclusão, este documento tem quatro partes. Na primeira, trato, rapidamente, da carreira de Diplomata: o que faz, quanto ganha, como vai para o exterior etc. É mais uma descrição bem ampla e rápida, apenas para situar quem, porventura, estiver um pouco mais perdido. Se não estiver interessado, pode pular para as partes seguintes, se qualquer prejuízo para seu bom entendimento. Na segunda parte, trato do concurso: como funciona, quais são os pré-requisitos para ser diplomata, quais são as fases do concurso etc. Mais uma vez, se não interessar, pule direto para a parte seguinte. Na parte três, falo sobre a preparação para o concurso (antes e durante), com indicações de cursinhos, de professores particulares etc. Por fim, na quarta parte, enumero algumas sugestões de leituras (tanto próprias quanto coletadas de diversas fontes), com as devidas considerações pessoais sobre cada uma. Antes de tudo, antecipo que não pretendo exaurir toda a bibliografia necessária para a aprovação, afinal, a cada ano, o concurso cobra alguns temas específicos. O que fiz foi uma lista de obras que auxiliaram em minha preparação (e, além disso, também enumerei muitas sugestões que recebi, mas não tive tempo ou vontade de ler – o que também significa que, por mais interessante que seja, você não terá tempo de ler tudo o que lhe recomendam por aí, o que torna necessário é necessário fazer algumas escolhas; minha intenção é auxiliá-lo nesse sentido, na medida do possível).
Este documento é de uso público e livre, com reprodução parcial ou integral autorizada, desde que citada a fonte. Sem mais, passemos ao que interessa.
Parte I – A Carreira de Diplomata
INTRODUÇÃO
Em primeiro lugar, rápida apresentação sobre mim. Meu nome é Bruno Rezende, tenho 22 anos e fui aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) de 2011. Sou graduado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (turma LXII, 2007-20110), e não tinha certeza de que queria diplomacia até o meio da universidade. Não sei dizer o que me fez escolher a diplomacia, não era um sonho de infância ou coisa do tipo, e não tenho familiares na carreira. Acho que me interessei por um conjunto de aspectos da carreira. Comecei a preparar-me para o CACD em meados de 2010, assunto tratado na Parte III, sobre a preparação para o concurso.
Para maiores informações sobre o Ministério das Relações Exteriores (MRE), sobre o Instituto Rio Branco (IRBr), sobre a vida de diplomata etc., você pode acessar os endereços:
- Página do MRE: http://www.itamaraty.gov.b
- Página do IRBr: http://www.institutoriobranco.mre.gov.bpt-b
- Canal do MRE no YouTube: http://www.youtube.com/mrebrasil/
- Blog “Jovens Diplomatas”: http://jovensdiplomatas.wordpress.com/
- Comunidade “Coisas da Diplomacia” no Orkut (como o Orkut está ultrapassado, procurei reunir todas as informações úteis sobre o concurso que encontrei por lá neste documento, para que vocês não tenham de entrar lá, para procurar essas informações):
http://www.orkut.com.bMain#Community?cmm=40073
- Comunidade “Instituto Rio Branco” no Facebook: http://www.facebook.com/groups/institutoriobranco/
Com certeza, há vários outros blogs (tanto sobre a carreira quanto sobre a vida de diplomata), mas não conheço muitos. Se tiver sugestões, favor enviá-las para [[email protected].](mailto:[email protected])
Além disso, na obra O Instituto Rio Branco e a Diplomacia Brasileira: um estudo de carreira e socialização (Ed. FGV, 2007), a autora Cristina Patriota de Moura relata aspectos importantes da vida diplomática daqueles que ingressam na carreira. Há muitas informações desatualizadas (principalmente com relação ao concurso), mas há algumas coisas interessantes sobre a carreira, e o livro é bem curto.
A DIPLOMACIA E O TRABALHO DO DIPLOMATA
Com a intensificação das relações internacionais contemporâneas e com as mudanças em curso no contexto internacional, a demanda de aprimoramento da cooperação entre povos e países tem conferido destaque à atuação da diplomacia. Como o senso comum pode indicar corretamente, o
diplomata é o funcionário público que lida com o auxílio à Presidência da República na formulação da política externa brasileira, com a condução das relações da República Federativa do Brasil com os demais países, com a representação brasileira nos fóruns e nas organizações internacionais de que o país faz parte e com o apoio aos cidadãos brasileiros residentes ou em trânsito no exterior. Isso todo mundo que quer fazer o concurso já sabe (assim espero).
Acho que existem certos mitos acerca da profissão de diplomata. Muitos acham que não irão mais pagar multa de trânsito, que não poderão ser presos, que nunca mais pegarão fila em aeroporto etc. Em primeiro lugar, não custa lembrar que as imunidades a que se referem as Convenções de Viena sobre Relações Diplomáticas e sobre Relações Consulares só se aplicam aos diplomatas no exterior (e nos países em que estão acreditados). No Brasil, os diplomatas são cidadãos como quaisquer outros. Além disso, imunidade não é sinônimo de impunidade, então não ache que as imunidades são as maiores vantagens da vida de um diplomata. O propósito das imunidades é apenas o de tornar possível o trabalho do diplomata no exterior, sem empecilhos mínimos que poderiam obstar o bom exercício da profissão. Isso não impede que diplomatas sejam revistados em aeroportos, precisem de vistos, possam ser julgados, no Brasil, por crimes cometidos no exterior etc.
Muitos também pensam que irão rodar o mundo em primeira classe, hospedar-se em palácios suntuosos, passear de iate de luxo no Mediterrâneo e comer caviar na cerimônia de casamento do príncipe do Reino Unido. Outros ainda acham que ficarão ricos, investirão todo o dinheiro que ganharem na Bovespa e, com três anos de carreira, já estarão próximos do segundo milhão. Se você quer ter tudo isso, você está no concurso errado, você precisa de um concurso não para diplomata, mas para marajá. Obviamente, não tenho experiência suficiente na carreira para dizer qualquer coisa, digo apenas o que já li e ouvi de diversos comentários por aí. É fato que há carreiras públicas com salários mais altos. Logo, se você tiver o sonho de ficar rico com o salário de servidor público, elas podem vir a ser mais úteis nesse sentido. Há não muito tempo, em 2006, a remuneração inicial do Terceiro-Secretário (cargo inicial da carreira de diplomata), no Brasil, era de R$ 4.615,53. Considerando que o custo de vida em Brasília é bastante alto, não dava para viver de maneira tão abastada, como alguns parecem pretender. É necessário, entretanto, notar que houve uma evolução significativa no aspecto salarial, nos últimos cinco anos (veja a seç~o seguinte, “Carreira e Sal|rios). De todo modo, já vi vários diplomatas com muitos anos de carreira dizerem: “se quiser ficar rico, procure outra profissão”. O salário atual ajuda, mas não deve ser sua única motivação.
H| um texto ótimo disponível na internet: “O que é ser diplomata”, de César Bonamigo, que reproduzo a seguir.
O Curso Rio Branco, que frequentei em sua primeira edição, em 1998, pediu-me para escrever sobre o que é ser diplomata. Tarefa difícil, pois a mesma pergunta feita a diferentes diplomatas resultaria, seguramente, em respostas diferentes, umas mais glamourosas, outras menos, umas ressaltando as vantagens, outras as desvantagens, e não seria diferente se a pergunta tratasse de outra carreira qualquer. Em vez de falar de minhas impressões pessoais, portanto, tentarei, na medida do possível, reunir observações tidas como “senso comum” entre diplomatas da minha geraç~o.
Considero muito importante que o candidato ao Instituto Rio Branco se informe sobre a realidade da carreira diplomática, suas vantagens e desvantagens, e que dose suas expectativas de acordo. Uma expectativa bem dosada não gera desencanto nem frustração. A carreira oferece um pacote de coisas boas (como a oportunidade de conhecer o mundo, de atuar na área política e econômica, de conhecer gente interessante etc.) e outras não tão boas (uma certa dose de burocracia, de hierarquia e dificuldades no equacionamento da vida familiar). Cabe ao candidato inferir se esse pacote poderá ou não fazê-lo feliz.
O PAPEL DO DIPLOMATA
Para se compreender o papel do diplomata, vale recordar, inicialmente, que as grandes diretrizes da política externa são dadas pelo Presidente da República, eleito diretamente pelo voto popular, e pelo Ministro das Relações Exteriores, por ele designado. Os diplomatas são agentes políticos do Governo, encarregados da implementação dessa política externa. São também servidores públicos, cuja função, como diz o nome, é servir, tendo em conta sua especialização nos temas e funções diplomáticos.
Como se sabe, é função da diplomacia representar o Brasil perante a comunidade internacional. Por um lado, nenhum diplomata foi eleito pelo povo para falar em nome do Brasil. É importante ter em mente, portanto, que a legitimidade de sua ação deriva da legitimidade do Presidente da República, cujas orientações ele deve seguir. Por outro lado, os governos se passam e o corpo diplomático permanece, constituindo elemento importante de continuidade da política externa brasileira. É tarefa essencial do diplomata buscar identificar o “interesse nacional”. Em negociações internacionais, a diplomacia frequentemente precisa arbitrar entre interesses de diferentes setores da sociedade, não raro divergentes, e ponderar entre objetivos econômicos, políticos e estratégicos, com vistas a identificar os interesses maiores do Estado brasileiro.
Se, no plano externo, o Ministério das Relações Exteriores é a face do Brasil perante a comunidade de Estados e Organizações Internacionais, no plano interno, ele se relaciona com a Presidência da República, os demais Ministérios e órgãos da administração federal, o Congresso, o Poder Judiciário, os Estados e Municípios da Federação e, naturalmente, com a sociedade civil, por meio de Organizações Não Governamentais (ONGs), da Academia e de associações patronais e trabalhistas, sempre tendo em vista a identificação do interesse nacional.
O TRABALHO DO DIPLOMATA
Tradicionalmente, as funções da diplomacia são representar (o Estado brasileiro perante a comunidade internacional), negociar (defender os interesses brasileiros junto a essa comunidade) e informar (a Secretaria de Estado, em Brasília, sobre os temas de interesse brasileiro no mundo). São também funções da diplomacia brasileira a defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior, o que é feito por meio da rede consular, e a promoção de interesses do País no exterior, tais como interesses econômico-comerciais, culturais, científicos e tecnológicos, entre outros.
No exercício dessas diferentes funções, o trabalho do diplomata poderá ser, igualmente, muito variado. Para começar, cerca de metade dos mil1 diplomatas que integram o Serviço Exterior atua no Brasil, e a outra metade nos Postos no exterior (Embaixadas, Missões, Consulados e Vice-Consulados). Em Brasília, o diplomata desempenha funções nas áreas política, econômica e administrativa, podendo cuidar de temas tão diversos quanto comércio internacional, integração regional (Mercosul), política bilateral (relacionamento do Brasil com outros países e blocos), direitos humanos, meio ambiente ou administração física e financeira do Ministério. Poderá atuar, ainda, no Cerimonial (organização dos encontros entre autoridades brasileiras e estrangeiras, no Brasil e no exterior) ou no relacionamento do Ministério com a sociedade (imprensa, Congresso, Estados e municípios, Academia, etc.).
No exterior, também, o trabalho dependerá do Posto em questão. As Embaixadas são representações do Estado brasileiro junto aos outros Estados, situadas sempre nas capitais, e desempenham as funções tradicionais da diplomacia (representar, negociar, informar), além de promoverem o Brasil junto a esses Estados. Os Consulados, Vice-Consulados e setores consulares de Embaixadas podem situar-se na capital do país ou em outra cidade onde haja uma comunidade brasileira expressiva. O trabalho nesses Postos é orientado à defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior. Nos Postos multilaterais (ONU, OMC, FAO, UNESCO, UNICEF, OEA etc.), que podem ter natureza política, econômica ou estratégica, o trabalho envolve, normalmente, a representação e a negociação dos interesses nacionais.
O INGRESSO NA CARREIRA
A carreira diplomática se inicia, necessariamente, com a aprovação no concurso do Instituto Rio Branco (Informações sobre o concurso podem ser obtidas no site http://www2.mre.gov.birbindex.htm). Para isso, só conta a competência – e, talvez, a sorte – do candidato. Indicações políticas não ajudam.
AS REMOÇÕES
Após os dois anos de formação no IRBr , o diplomata trabalhará em Brasília por pelo menos um ano. Depois, iniciam-se ciclos de mudança para o exterior e retornos a Brasília. Normalmente, o diplomata vai para o exterior, onde fica três anos em um Posto, mais três anos em outro Posto, e retorna a Brasília, onde fica alguns anos, até o início de novo ciclo. Mas há espaço para flexibilidades. O diplomata poderá sair para fazer um Posto apenas, ou fazer três Postos seguidos antes de retornar a Brasília. Isso dependerá da conveniência pessoal de cada um. Ao final da carreira, o diplomata terá passado vários anos no exterior e vários no Brasil, e essa proporção dependerá essencialmente das escolhas feitas pelo próprio diplomata. Para evitar que alguns diplomatas fiquem sempre nos “melhores Postos” – um critério, aliás, muito relativo – e outros em Postos menos privilegiados, os Postos no exterior estão divididos em [quatro] categorias, [A, B, C e D], obedecendo a critérios não apenas de qualidade de vida, mas também geográficos, e é seguido um sistema de rodízio: após fazer um Posto C, por exemplo, o diplomata terá direito a fazer um Posto A [ou B], e após fazer um Posto A, terá que fazer um Posto [B, C ou D].
AS PROMOÇÕES
Ao tomar posse no Serviço Exterior, o candidato aprovado no concurso torna-se Terceiro-Secretário. É o primeiro degrau de uma escalada de promoções que inclui, ainda, Segundo-Secretário, Primeiro-
-Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda Classe (costuma-se dizer apenas “Ministro”) e Ministro de Primeira Classe (costuma-se dizer apenas “Embaixador”), nessa ordem. Exceto pela primeira promoção, de Terceiro para Segundo-Secretário, que se dá por tempo (quinze Terceiros Secretários são promovidos a cada semestre), todas as demais dependem do mérito, bem como da articulação política do diplomata. Nem todo diplomata chega a Embaixador. Cada vez mais, a competição na carreira é intensa e muitos ficam no meio do caminho. Mas, não se preocupem e também não se iludam: a felicidade não está no fim, mas ao longo do caminho!
DIRECIONAMENTO DA CARREIRA
Um questionamento frequente diz respeito à possibilidade de direcionamento da carreira para áreas específicas. É possível, sim, direcionar uma carreira para um tema (digamos, comércio internacional, direitos humanos, meio ambiente etc.) ou mesmo para uma região do mundo (como a Ásia, as Américas ou a África, por exemplo), mas isso não é um direito garantido e poderá não ser sempre possível. É preciso ter em mente que a carreira diplomática envolve aspectos políticos, econômicos e administrativos, e que existem funções a serem desempenhadas em postos multilaterais e bilaterais em todo o mundo, e n~o só nos países mais “interessantes”. Diplomatas est~o envolvidos em todas essas variantes e, ao longo de uma carreira, ainda que seja possível uma certa especialização, é provável que o diplomata, em algum momento, atue em áreas distintas daquela em que gostaria de se concentrar.
ASPECTOS PRÁTICOS E PESSOAIS
É claro que a vida é muito mais que promoções e remoções, e é inevitável que o candidato queira saber mais sobre a carreira que o papel do diplomata. Todos precisamos cuidar do nosso dinheiro, da saúde, da família, dos nossos interesses pessoais. Eu tentarei trazem um pouco de luz sobre esses aspectos.
DINHEIRO
Comecemos pelo dinheiro, que é assunto que interessa a todos. Em termos absolutos, os diplomatas ganham mais quando estão no exterior do que quando estão em Brasília. O salário no exterior, no entanto, é ajustado em função do custo de vida local, que é frequentemente maior que no Brasil. Ou seja, ganha-se mais, mas gasta-se mais. Se o diplomata conseguirá ou não economizar dependerá i) do salário específico do Posto , ii) do custo de vida local, iii) do câmbio entre a moeda local e o dólar, iv) do fato de ele ter ou não um ou mais filhos na escola e, principalmente, v) de sua propensão ao consumo. Aqui, não há regra geral. No Brasil, os salários têm sofrido um constante desgaste, especialmente em comparação com outras carreiras do Governo Federal, frequentemente obrigando o diplomata a economizar no exterior para gastar em Brasília, se quiser manter seu padrão de vida. Os diplomatas, enfim, levam uma vida de classe média alta, e a certeza de que não se ficará rico de verdade é compensada pela estabilidade do emprego (que não é de se desprezar, nos dias de hoje) e pela expectativa de que seus filhos (quando for o caso) terão uma boa educação, mesmo para padrões internacionais.
SAÚDE
Os diplomatas têm um seguro de saúde internacional que, como não poderia deixar de ser, tem vantagens e desvantagens. O lado bom é que ele cobre consultas com o médico de sua escolha, mesmo que seja um centro de excelência internacional. O lado ruim é que, na maioria das vezes, é preciso fazer o desembolso (até um teto determinado) para depois ser reembolsado, geralmente em 80% do valor, o que obriga o diplomata a manter uma reserva financeira de segurança.
FAMÍLIA : O CÔNJUGE
Eu mencionei, entre as coisas n~o t~o boas da carreira, “dificuldades no equacionamento da vida familiar”. A primeira dificuldade é o que fará o seu cônjuge (quando for o caso) quando vocês se mudarem para Brasília e, principalmente, quando forem para o exterior. Num mundo em que as famílias dependem, cada vez mais, de dois salários, equacionar a carreira do cônjuge é um problema recorrente. Ao contrário de certos países desenvolvidos, o Itamaraty não adota a política de empregar ou pagar salários a cônjuges de diplomatas. Na prática, cada um se vira como pode. Em alguns países é possível trabalhar. Fazer um mestrado ou doutorado é uma opção. Ter filhos é outra...
Mais uma vez, não há regra geral, e cada caso é um caso. O equacionamento da carreira do cônjuge costuma afetar principalmente – mas não apenas – as mulheres, já que, por motivos culturais, é mais comum o a mulher desistir de sua carreira para seguir o marido que o contrário2.
CASAMENTO ENTRE DIPLOMATAS
Os casamentos entre diplomatas não são raros. É uma situação que tem a vantagem de que ambos têm uma carreira e o casal tem dois salários. A desvantagem é a dificuldade adicional em conseguir que ambos sejam removidos para o mesmo Posto no exterior. A questão não é que o Ministério vá separar esses casais, mas que se pode levar mais tempo para conseguir duas vagas num mesmo Posto. Antigamente, eram frequentes os casos em que as mulheres interrompiam temporariamente suas carreiras para acompanhar os maridos. Hoje em dia, essa situação é exceção, não a regra.
FILHOS
Não posso falar com conhecimento de causa sobre filhos, mas vejo o quanto meus colegas se desdobram para dar-lhes uma boa educação. Uma questão central é a escolha da escola dos filhos, no Brasil e no exterior. No Brasil, a escola será normalmente brasileira, com ensino de idiomas, mas poderá ser a americana ou a francesa, que mantém o mesmo currículo e os mesmos períodos escolares em quase todo o mundo. No exterior, as escolas americana e francesa são as opções mais frequentes,
podendo-se optar por outras escolas locais, dependendo do idioma. Outra questão, já mencionada, é o custo da escola. Atualmente, não existe auxílio-educação para filhos de diplomatas ou de outros Servidores do Serviço Exterior brasileiro, e o dinheiro da escola deve sair do próprio bolso do servidor.
CÉSAR AUGUSTO VERMIGLIO BONAMIGO - Diplomata. Engenheiro Eletrônico formado pela UNICAMP. Pós- graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP. Programa de Formação e Aperfeiçoamento - I (PROFA -
I) do Instituto Rio Branco, 2000/2002. No Ministério das Relações Exteriores, atuou no DIC - Divisão de Informação Comercial (DIC), 2002; no DNI - Departamento de Negociações Internacionais, 2003, e na DUEX - Divisão de União Europeia e Negociações Extrarregionais. Atualmente, serve na Missão junto à ONU (DELBRASONU), em NYC.
2 Conforme comunicado do MRE de 2010, é permitida a autorização para que diplomatas brasileiros solicitem passaporte diplomático ou de serviço e visto de permanência a companheiros do mesmo sexo. Outra resolução, de 2006, já permitia a inclusão de companheiros do mesmo sexo em planos de assistência médica.
Para tornar-se diplomata, é necessário ser aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), que ocorre todos os anos, no primeiro semestre (normalmente). O número de vagas do CACD, em condições normais, depende da vacância de cargos. Acho que a quantidade normal deve girar entre 25 e 35, mais ou menos. Desde meados dos anos 2000, como consequência da aprovação de uma lei federal, o Ministério das Relações Exteriores (MRE/Itamaraty3) ampliou seus quadros da carreira de diplomata, e, de 2006 a 2010, foram oferecidas mais de cem vagas anuais. Com o fim dessa provisão de cargos, o número de vagas voltou ao normal em 2011, ano em que foram oferecidas apenas 26 vagas (duas delas reservadas a portadores de deficiência física4). Para os próximos concursos, há perspectivas de aprovação de um projeto de lei que possibilitará uma oferta anual prevista de 60 vagas para o CACD, além de ampliar, também, as vagas para Oficial de Chancelaria (PL 7579/2010). Oficial de Chancelaria, aproveitando que citei, é outro cargo (também de nível superior) do MRE, mas não integra o quadro diplomático. A remuneração do Oficial de Chancelaria, no Brasil, é inferior à de Terceiro-Secretário, mas os salários podem ser razoáveis quando no exterior. Já vi muitos casos de pessoas que passam no concurso de Oficial de Chancelaria e ficam trabalhando no MRE, até que consigam passar no CACD, quando (aí sim) tornam-se diplomatas.
Para fazer parte do corpo diplomático brasileiro, é necessário ser brasileiro nato, ter diploma válido de curso superior (caso a graduação tenha sido realizada em instituição estrangeira, cabe ao candidato providenciar a devida revalidação do diploma junto ao MEC) e ser aprovado no CACD (há, também, outros requisitos previstos no edital do concurso, como estar no gozo dos direitos políticos, estar em dia com as obrigações eleitorais, ter idade mínima de dezoito anos, apresentar aptidão física e mental para o exercício do cargo e, para os homens, estar em dia com as obrigações do Serviço Militar). Os aprovados entram para a carreira no cargo de Terceiro-Secretário (vide hierarquia na próxima seç~o, “Carreira e Sal|rios”). Os aprovados no CACD, entretanto, não iniciam a carreira trabalhando: há, inicialmente, o chamado Curso de Formação, que se passa no Instituto Rio Branco (IRBr). Por três semestres, os aprovados no CACD estudarão no IRBr, já recebendo o salário de Terceiro-Secretário (para remunerações, ver a próxima seç~o, “Hierarquia e Sal|rios).
O trabalho no Ministério começa apenas após um ou dois semestres do Curso de Formação no IRBr (isso pode variar de uma turma para outra), e a designação dos locais de trabalho (veja as subdivisões do MRE na página seguinte) é feita, via de regra, com base nas preferências individuais e na ordem de classificação dos alunos no Curso de Formação.
3 O nome “Itamaraty” vem do nome do antigo propriet|rio da sede do Ministério no Rio de Janeiro, o Bar~o Itamaraty. Por metonímia, o nome pegou, e o Palácio do Itamaraty constitui, atualmente, uma dependência do MRE naquela cidade, abrigando um arquivo, uma mapoteca e a sede do Museu Histórico e Diplomático. Em Brasília, o Palácio Itamaraty, projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970, é a atual sede do MRE. Frequentemente, “Itamaraty” é usado como sinônimo de Ministério das Relações Exteriores.
4 Todos os anos, há reserva de vagas para deficientes físicos. Se não houver número suficiente de portadores de deficiência que atendam às notas mínimas para aprovação na segunda e na terceira fases do concurso, que têm caráter eliminatório, a(s) vaga(s) restante(s) é(são) destinada(s) aos candidatos da concorrência geral.
O IRBr foi criado em 1945, em comemoração ao centenário de nascimento do Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira. Como descrito na página do Instituto na internet, seus principais objetivos são:
harmonizar os conhecimentos adquiridos nos cursos universitários com a formação para a carreira diplomática (já que qualquer curso superior é válido para prestar o CACD);
desenvolver a compreensão dos elementos básicos da formulação e execução da política externa brasileira;
iniciar os alunos nas práticas e técnicas da carreira.
No Curso de Formação (cujo nome oficial é PROFA-I, Programa de Formação e Aperfeiçoamento - obs.: n~o sei o motivo do “I”, n~o existe “PROFA-II”), os diplomatas têm aulas obrigatórias de: Direito Internacional Público, Linguagem Diplomática, Teoria das Relações Internacionais, Economia, Política Externa Brasileira, História das Relações Internacionais, Leituras Brasileiras, Inglês, Francês e Espanhol. Há, ainda, diversas disciplinas optativas à escolha de cada um (como Chinês, Russo, Árabe, Tradução, Organizações Internacionais, OMC e Contenciosos, Políticas Públicas, Direito da Integração, Negociações Comerciais etc.). As aulas de disciplinas conceituais duram dois semestres. No terceiro semestre de Curso de Formação, só há aulas de disciplinas profissionalizantes. O trabalho no MRE começa, normalmente, no segundo ou no terceiro semestre do Curso de Formação (isso pode variar de uma turma para outra). É necessário rendimento mínimo de 60% no PROFA-I para aprovação (mas é praticamente impossível alguém conseguir tirar menos que isso). Após o término do PROFA-I, começa a vida de trabalho propriamente dito no MRE. Já ouvi um mito de pedida de dispensa do PROFA I para quem já é portador de título de mestre ou de doutor, mas, na prática, acho que isso não acontece mais.
Entre 2002 e 2010, foi possível fazer, paralelamente ao Curso de Formação, o mestrado em diplomacia (na prática, significava apenas uma matéria a mais). Em 2011, o mestrado em diplomacia no IRBr acabou.
Uma das atividades comuns dos estudantes do IRBr é a publicação da Juca, a revista anual dos alunos do Curso de Formação do Instituto. Segundo informações do site do IRBr, “[o] termo ‘Diplomacia e Humanidades’ define os temas de que trata a revista: diplomacia, ciências humanas, artes e cultura. A JUCA visa a mostrar a produção acadêmica, artística e intelectual dos alunos da academia diplomática brasileira, bem como a recuperar a memória da política externa e difundi-la nos meios diplomático e acadêmico”. Confira a página da Juca na internet, no endereço: http://juca.irbr.itamaraty.gov.bpt-bMain.xml.
Para saber mais sobre a vida de diplomata no Brasil e no exterior, sugiro a conhecida “FAQ do Godinho” (“FAQ do Candidato a Diplomata”, de Renato Domith Godinho), disponível para download no link: http://relunb.files.wordpress.com/2011/08/faq-do-godinho.docx. Esse arquivo foi escrito há alguns anos, então algumas coisas estão desatualizadas (com relação às modificações do concurso, especialmente). De todo modo, a parte sobre o trabalho do diplomata continua bem informativa e atual.
MEUS ESTUDOS PARA O CACD – http://relunb.wordpress.com
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A Globo "investigou" que os blogueiros que "incentivam o ódio" recebem verba do governo. Péssima investigação.

Este texto do G1 é um exemplo perfeito de manipulação goebbeliana da informação.
Ja começa com uma frase lapidaria
"Canais do YouTube de investigados pelo inquérito das fake news por ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF), defesa do fechamento do Congresso e intervenção militar no Brasil".
Não são mídia alternativa, youtubers, blogueiros. São anarquistas, terroristas, guerrilheiros e serial killers.
Depois conclui que "foram financiados com verbas publicitárias de empresas estatais, segundo levantamento divulgado neste domingo pelo jornal 'O Globo'."
Como exemplo do pecado, o G1 exibe uma prova incontestável "no período de janeiro a setembro do ano passado, o governo veiculou quase 1,5 mil anúncios no site do blogueiro Allan Lopes dos Santos, um dos suspeitos nas investigações. Mas não revela valores"
Eu digo aqui o quanto provavelmente ele recebeu por estes 1.5 mil anúncios: entre 150 a 300 dólares (máximo uns 1500 reais).
Como sei disto? porque trabalho com o sistema AdWords do Google, que é o sistema que a SECOM usa para pagar sua publicidade. A secretaria não paga diretamente a nenhum blogueiro ou youtuber em particular, senão que faz uma campanha publicitaria usando o sistema do Google, e é a empresa Google Inc. que decide para quem vai enviar os anuncios.
Desta forma, também os blogueiros e youtubers que são a favor do Moro, do Lula, do Doria, do Capeta e do Judas também estão recebendo do SECOM a mesma quantidade de grana que recebeu o Allan, proporcionalmente à audiência que tenham.
Quanto aos valores, geralmente variam entre 10 a 50 centavos de dólar por anuncio exibido, assim a "estratosférica quantidade" de 1500 anúncios que o Allan recebeu ENTRE JANEIRO E SETEMBRO deve ter rendido alguns minguados dólares para ele provindos "do governo fascista racista egoísta e narcisista".
É evidente que o Allan por exemplo (assim como o site "Te atualizei") ganham bastante dinheiro, eu calculo que provavelmente mais de 30 mil reais por mês, dada a grande audiência que tem, alguns deles com mais de 1 milhão de seguidores. Mas este dinheiro não vem do governo, senão daquelas publicidades super-chatas, pentelhas, torra-saco ao iniciar o vídeo (as vezes interrompe no meio) dizendo para vc. comprar pelo iFood, ou que banco muuu-bank te oferece sei la que besteirada.
Isto significa que a verba do governo é uma mixaria no total que roda no Google e que sustenta todos estes blogueiros e youtubers.
O mais interessante aqui é que o G1 "investigou" o assunto e escondeu a verdade. É nas redes sociais que vc. se informa realmente. Por isto a mídia tradicional está indo pro brejo.
https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/05/31/canais-de-investigados-em-inquerito-das-fake-news-receberam-verba-estatais.ghtml
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O que é Fascismo (2da Edição: 2020)

Editado 1 As referencias nos textos e comentarios sao citadas para serem conferidas. Se suspeitarem de algo no texto confira as referencias. Uma pessoa quer refurtar o texto nos comentarios e indicou um livro que nunca leu. Aqui uma pagina desse livro que nao refurta mas eh uma das referencias do texto: https://pasteboard.co/Jc23Z4E.jpg
Editado 2 salientando aqui, que em geral historiadores quando falam de fascismo tocam no aspecto mitologico idealista da nacao original ideal. Mas raros sao os que investigam e falam de onde vem tal mitologia e anceios. Ao qual eu uso a historiografia politica de Hannah Arendt, antropologia psicologica de Otto Rank e psicanalise de Donald Winnicott para explicar, e que em resumo se baseia em uma inseguranca social (e existencial mas esse aspecto existencial eu nao vou tocar).
Antes o papo era que Nazismo é de esquerda e agora o papo é que antifascistas são fascistas pq fazem protestos violentos. Ou socialismo em geral é fascista. E nunca vejo ninguem dizendo de forma clara o que é fascismo, mesmo os que se dizem anti-fascistas.
E eu vejo que as campanhas populistas nunca falam do socialismo clássico fazendo correlações falsas com as ideologias de esquerda de hoje. E o desconhecimento desse socialismo classico, que eh uma raiz historica do fascismo, faz com que as pessoas nao entendem de forma clara o que eh fascismo.
Para começar eu vou falar de Socialismo. Mas nao do socialismo Marxista. Tenha em mente que Socialismo é uma palavra que descreve duas coisas distintas, igual a palavra Manga que descreve uma fruta e uma parte de uma roupa. E vc vai entender isso agora.
Vamos falar desse socialismo para buscar entender de onde vem e o que é fascismo.
O termo "socialismo" existe desde a Grécia antiga. É citado tanto por Platão em seu livro "A República" como também por Cícero na Roma Antiga. Oswald Spengler em seu livro "Prussianismo e Socialismo" publicado na década de '20, fala do Socialismo Prussiano (ou socialismo Teutonico/Germanico que data desde a epoca da queda do Imperio Romano). Esse socialismo que eles citam é o socialismo conservador.
As características do socialismo conservador (socialismo de direita) varia depende da época e povo, mas em geral se caracteriza por um estado paternalista, privilégio hierárquico social, preservação das instituições como religião e estatais (que ditam a vida das pessoas), o governo em controle da economia, preservação do capitalismo corporativista, nacionalismo, entre outras coisas. Algumas vertentes do socialismo conservador vão preferir a ditadura presidencial ou monarquia, enquanto outras vertentes vão preferir a democracia parlamentar ou presidencialismo.
Algumas vertentes, como o socialismo Prussiano/Germânico/Teutônico, tendem a hegemonia etinica e cultural. Tem vertentes que abolem a propriedade privada. Mas nenhuma das vertentes é contra o capitalismo, mas o contrário, são defensores do capitalismo corporativista pq acreditam que a prosperidade da elite reflete na prosperidade em sociedade.
Eu sei que muitos defensores do capitalismo dizem que capitalismo é somente quando ha estado minimo e nao intervenção na economia. Mas na verdade, tal descrição é do liberalismo e não do capitalismo (nem todo capitalismo é liberal). Mas eu explico isso melhor mais a frente.
Continuando... O termo socialismo vem da ideia do que o cidadão toma conta um do outro (hierarquia social), se foca em suas aptidões e trabalho visando a grandeza da nação (nacionalismo), abre mão da competição individualista liberal de enriquecimento e ascensão/prestígio pessoal (considerado liberalismo) e aceita sua posição social, não havendo assim conflito entre classes e todos focados no trabalho e grandeza da nação.
Independente da vertente, o princípio é que a nação deva ser regida como uma orquestra, ou como uma sociedade de formigas e abelhas. Ou como no caso da Prússia, como uma hierarquia militar. Não tentar ser o que vc nao eh. Como em uma orquestra o objetivo é ter a sociedade funcionando em harmonia. O solista não compete com o regente para ser regente, os demais da banda não competem com o solista. E assim buscam ter a estabilidade social como havia na idade média e demais épocas passadas.
O primeiro grande conflito contra o Socialismo Conservador (A princípio monárquico absolutista e feudal) eh o Liberalismo, que surge no meados de 1600' com o Inglês John Locke, conhecido como o pai do liberalismo. Surgiu como briga pela liberdade individual. Tal liberdade individual significa participação no poder (democracia), liberdade de expressão (poder questionar a sociedade e poder vigente), liberdade religiosa em que você pode escolher sua religião e não ser obrigado a seguir uma religião imposta pelo estado ou sociedade, livre comércio que é a liberdade individual em comercializar sem as oligarquias das guildas feudais (e depois estado) limitando a competição, igualdade de gênero que se opõem a hierarquia e determinismo social, e propriedade privada (o que para o liberalismo clássico significa o fim do domínio oligárquico dos grandes proprietários de terras, os senhores feudais).
Em resumo, o liberalismo significa a emancipação do camponês, podendo assim ser proprietário de terra e consequentemente competir individualmente para a prosperidade individual. Ou seja, o fim dos privilégios socioeconômicos de uma elite oligárquica. Thomas Paine, um dos fundadores dos EUA e filósofo, defendia a renda básica em 1797, em um panfleto que ele escreveu chamado Justica Agraria: https://en.m.wikipedia.org/wiki/Agrarian_Justice
O conflito entre Socialistas Conservadores, que buscavam a volta dos princípios do feudalismo na época, e Iluministas liberais (Republicanos liberais) culminou na grande primeira revolução política, a Revolução Francesa em 1789-1799.
Uma curiosidade: O primeiro movimento feminista começou junto com o movimento de independência dos EUA em 1776. A própria declaração de independência dos EUA cita que todos os cidadãos, homens e mulheres, são criados iguais e livre. Uma das primeira obras do movimento feminista foi escrito por Mary Wollstonecraft, chamado "Vindication of the Rights of Women" publicado em 1796. As feministas esquerdistas vão surgir bem depois (após o surgimento do movimento operário de esquerda, Marxismo, na segunda metade de 1800).
Historicamente a direita é o que busca preservar ou conservar os princípios e tradições políticas, econômicas e sociais passadas (conservadorismo) enquanto a esquerda eh o que busca mudar os princípios tradicionais com novos princípios e ideias. Sendo assim, historicamente o Socialismo original (Conservador) defendia a monarquia, engessamento social e feudalismo, e sentavam à direita do rei (por isso chamados de direita). Os liberais (o que inclui os jacobinos citado por Max Weber em "A ética protestante e o espírito do capitalismo") sentavam à esquerda do rei (assim chamados de esquerdistas). Logo, os principios iluministas liberais tepublicano capitalista eh originalmente um movimento de esquerda.
O termo socialismo em si começou a ficar mais em voga a partir do monarca austríaco Klemens von Metternich em 1847, que junto com demais monarquistas, começaram suas campanhas contra o liberalismo.
O socialismo marxista (socialismo de esquerda) surge apenas a partir da segunda metade de 1800', quando Karl Marx, que inicialmente era liberal capitalista, chegou a conclusão que o problema das sociedades se resumem em conflitos de classes e que por isso, o ideal seria haver uma sociedade sem classes sociais, e consequentemente sem capitalismo.
Veja que tanto o socialismo/comunismo (socialismo limeral) quanto o socialismo classico buscam a estabilidade social. A diferenca eh que o primeiro busca pelo fim das classes sociais/capitalistas e o segundo pelo engessamento das classes sociais.
O socialismo liberal (Socialismo Marxista) eh irmao do Liberalismo capitalista. Ambos são frutos do Iluminismo Britânico e seu princípio no "contrato social" que surgiu com Thomas Hobbes (1651) e em seguida deu fruto ao Liberalismo com John Locke (1689). Ambos sao contra o socialismo conservador, que se opoem a liberdade individual e social tanto do republicano capitalista quanto do anti-estado comunista, socialista e anarquista,
O socialismo, comunismo e anarquismo surge como um novo movimento dentro do liberalismo iluminista, pq foi observado que após a implantação do estado republicano, políticos, classe econômica e capitalistas industriais usavam a máquina pública visando interesses próprios. O exemplo mais claro disso foi com a primeira república instaurada pela Revolução Francesa. O classe capitalista que servia a corte com seus produtos, e que por isso estavam mais próximo dos nobres, foram os que obtiveram o poder e influência no estado após a revolução. O resto da população continuava na miséria sem emancipação econômica e conflitos armados mataram muita gente nessa briga pelo poder. Já países onde houve mais emancipação dos camponeses que viraram proprietários de terras, os movimentos anticapitalista e anti-estado não foram tão fortes e o capitalismo foi melhor aceito pela população em geral (Inglaterra e EUA).
Em resumo, o socialismo original que existe desde os principios da obra "A Republica" de Platao, eh um socialismo conservador e que por isso de direita. Contra tal conservadorismo que na época era Monárquico absolutista e feudal, surgiu o Liberalismo Republicano (esquerda). Mas o primeiro passou a ser a terceira via quando os liberais republicanos se tornaram os conservadores, e então direita, e os opositores esquerda.
Os monarcas e antigos senhores feudais faziam campanhas políticas para conseguir suas terras e poder económico de volta. E em geral eles tiveram muito apoio da classe média (que eram os artesãos na idade média). Era um movimento que buscava voltar ao feudalismo ou da monarquia absolutista (ou ambos) para obter o socialismo conservador de volta (classe social engessada). Pq o iluminismo que culminou no liberalismo, fez com que os donos de terras e artesãos (que se tornaram classe média no capitalismo) perdessem seus privilégios e estabilidade social. Principalmente os artesãos que no feudalismo tinham o mercado protegido pelas guildas mas no capitalismo passaram a ter que competir para não virar classe trabalhadora (pobre). Além de se verem obrigados a fazer dívidas com bancos para conseguir competir, etc… e nessas campanhas surgem movimentos como o pan-europeu, defendendo privilégios sobre terras, poder, mercado e posição social como sendo um direito natural étnico, nacionalista, sanguíneo, etc. E eh dia que comeca a formar o fascismo.
Os estadistas e capitalistas que estão no topo da cadeia social, no capitalismo republicano, começam a fazer campanhas e políticas contra o socialismo clássico que visa o fim da competição individual social liberal.
E para obter o apoio da classe média, começam a oferecer alternativas de estabilidade social como o estado assistencialista ou segregação social (quando não ambos). Essa segregação social é uma forma de garantir a estabilidade social reduzindo a competição social, dando privilégios a certos grupos e segregando outros ao acesso de emergir a tais classes privilegiadas.
O Imperador Prussiano Bismarck que tentou modernizar a Alemanha acabando com o poder dos antigos senhores de terras e as tendência de preferência pelo socialismo clássico da população em geral, implementou o estado de bem estar social em 1883, para obter o apoio da população pelo estado liberal.
A classe média também fazia campanhas para obter apoio da classe operária contra os capitalistas (donos de fábricas) classe econômica (donos de bancos e demais instituições financeiras), pq a classe média (artesãos ou pequenos empresários) não conseguem competir com grandes empresários capitalistas, e viam os bancos (em que os judeus tinham a fama de serem os donos) como parasitas que vivem dos juros das dívidas da classe média.
Essa união entre classe média e operários tende tanto para o estado de bem estar social (democracia social) quanto para o lado que ainda busca a estabilidade social através da segregação social (limitando minorias na competição social). Esse segundo eh de onde vem o fascismo. A carteira de trabalho implementada pelo Mussolini foi a forma de dar maior garantia de estabilidade social aos trabalhadores nacionais e assim aceitarem suas funções/posições operárias.
Em resumo, o fascismo busca a estabilidade social, através da segregação social limitando a competição social (engessando as classes sociais em dificultando minorias em emergir socialmente, gerando então menos competitividade e estabilidade social para as classes privilegiadas). Essas minorias podem ser desempregados, estrangeiros, negros, judeus, etc.
A questão do estado é uma forma de garantir tal estabilidade social através do nacionalismo (limitando direitos e acesso a estrangeiros ao mercado de trabalho) por exemplo. Como também usando a máquina burocrática para beneficiar alguns (militares, políticos, latifundiários, algumas classes de empresários) e limitar outros grupos a competição social com os privilegiados.
Logo, estado inchado e burocratico por si so nao eh fascismo. Isso seria uma falsa correlacao. O estado é só uma ferramenta. O fascismo é a segregação socioeconômica em busca de estabilidad social.
Todo discurso sobre supremacia étnica, nacional, racial, etc, são discursos populistas para ganhar a massa com simplismo, medo, pseudo ciência e mitologias. Por trás de tudo isso está o controle da massa pelo medo da falta de estabilidade social, então transformada em medo social (ao estrangeiro, pobre, negro, judeu, mulheres, movimentos como o feminismo, etc).
O Nazismo em si eh o socialismo prussiano (conservador) em sua forma altamente populista (tentar ganhar apoio popular culpando Judeus e demais estrangeiros pelo desastre econômico pós primeira guerra).
Eu entendo que muita gente associa o comunismo com ditaduras e falta de liberdade, e consequentemente com Nazismo. Como tambem associam capitalismo sendo sinonimo de liberalismo. Mas como a maioria do conhecimento popular, isso eh apenas um emaranhado de correlações falsas populistas.
O liberalismo clássico em si eh contra o "pro business". Adam Smith já dizia que grandes empresários eram uma ameaça ao Liberalismo e democracia, já que quando empresas obtêm grande poder elas passam a ser como um estado ou a manipular o estado. Eh ai que o liberalismo clássico se difere do Neo-Liberalismo ao qual eh "pro-business" com a filosofia de que quanto mais grandes empresários ganham dinheiro mais dinheiro é escoado na sociedade, levando prosperidade econômica a todos..
Por mais que muitos hoje dizem que o capitalismo só funciona quando não tem intervenção governamental, os liberais clássicos viam que governo é importante para que haja capitalismo (diferente dos anarquistas capitalistas). Max Weber mesmo escreveu sobre a teoria do Iron Cage que diz que o crescimento do estado é uma demanda do próprio capitalismo para que o capitalismo possa crescer.
Entao vou repetir a conclusao para ficar claro. Fascismo é: A busca da estabilidade social com a da reducao de competicao social, attavez da segregacao social (engessamento das classes sociais).
Essa estabilide eh principalmente para a elite. Mas a classe trabalhadora pode tambem acreditar que sera privilegiado excluindo/segregando imigrantes e demais minorias. E assim a classe media e trabalhadora podem acabar dando suporte ao fascismo.
Para aqueles que leram até aqui eu agradeco pela atencao e tolerância em buscar conhecer ou entender uma outra perspectiva (Entender um ponto de vista nao eh sinonimo de concordar, e por isso eu não estou esperando que haja concordância).
Eu por exemplo nao gosto e nao concordo com o socialismo conservador, mas eu busquei as obras de Spengler quanto a de Platão para entender melhor o que de fato eh o conservadorismo, socialismo e nazismo. Da mesma forma que eu não concordo com o comunismo, mas eu busquei entender o que é comunismo lendo Marx entre outros (ao qual também existem inúmeras vertentes em que discordam uns dos outros).
Para finalizar com uma última curiosidade. Algo que todos esses sistemas têm em comum, independente de eh contra ou afavor de estado, contra ou a favor da liberdade individual, contra ou a favor do capitalismo, é que todos eles tem como engrenagem a questão do trabalho. Max Weber explica a implicância da "doutrina do trabalho" que vem da ética religiosa que passa a fazer parte do espírito do capitalismo (e seu princípio meritocrático). O socialismo conservador, principalmente em fascismo (e nazismo) tem como princípios o trabalho como forma de liberdade do interesse individual (considerado corrupção social) visando o grandeur da nação. O Comunismo tem como princípio o poder da mão de obra dos trabalhadores como a geração de riquezas ao qual o capitalista extrai riqueza e desejam que os trabalhadores fiquem com tal riqueza.
Mas tem uma vertente comunista chamada comunista autônomo que surgiu na itália, que é contra tal "doutrina do trabalho". Segundo eles, a engrenagem do capitalismo é a doutrina do trabalho e que por isso, o comunismo está fadado a falhar e retornar ao capitalismo pq eles mantêm tal engrenagem.
Diante disso surge o movimento anti-trabalho (ou anti-trabalhista), ao qual eu não conheço muito mas estou em busca em aprender (e compreender mesmo que se não concordar).
Eu não sou historiador, acadêmico, youtuber e nem intelectual. Por isso, eu espero que esse thread desperte a curiosidade para que vcs continuem interessado e pesquisando para buscar mais compreensão e correção do que eu possa ter mal interpretado ou compreendido (mesmo não concordando).
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Nesse período de desemprego o que fazer?!?

Nesse período de desemprego o que fazer?!?

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Não que essa seja uma solução para todos os seus problemas, mas se você der uma pesquisada na internet vai encontrar centenas de sites ou produtos que você pode representar online e ganhar dinheiro com isso, geralmente o seu único trabalho é divulgar esses produtos e sempre que alguém fizer uma compra do mesmo você ganha uma comissão por isso, existem sistemas Fabulosos que chegam a pagar 50% de comissão, e você pode acreditar não estou falando da boca para fora, isso acontece porque essas empresas geralmente ganham com a sua divulgação assim como você também ganha, Na verdade seria uma via de mão única onde eles somente ganham se você também ganhar…
Eu particularmente prefiro sistema online e produtos digitais que você pode representar, nesses meios Geralmente as comissões são bem maiores, logicamente que não teria como por exemplo: uma empresa que vende TVs pagará você 50% de comissão pelo valor da TV vendida. Observando por outro lado quando se fala em produtos digitais um produtor poderia sim pagar a você 50% de comissão pela venda de seu produto.

O GRANDE MOMENTO DA RENDA ONLINE


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Observamos nesse momento um grande aumento de pessoas entrando em Sistemas de renda online, Isso se explica tanto pelo momento que estamos passando levando em conta que a internet é uma das formas onde podemos obter uma renda extra, e também por sistemas que de fato pagam excelentes comissões, sistema simples com grandes possibilidades de gerar renda a outras pessoas.
Se você fizer uma pesquisa por: (PCG Programa Classificados Grátis) vai encontrar um site contendo um software de marketing online, é uma excelente ferramenta para qualquer pessoa que deseja divulgar qualquer tipo de produto ou serviço na internet, esse software é um agregador de sites de classificados grátis contendo mais de 340 sites cadastrados em sua base e você pode anunciar em todos esses sites automaticamente usando o programa PCG, A grande questão que nos interessa aí é que o desenvolvedor tem um sistema de revenda e se você indicar esse software a outras pessoas você ganha uma comissão que chega a quase 50% do valor do software, se pensar bem isso é mais que uma parceria, e o seu único trabalho é divulgar o software, sem nenhuma responsabilidade ou nada mais, nem conhecimento na área é preciso ter…
Você pode pesquisar na internet e vai encontrar sistemas semelhantes, Vale ressaltar que não adianta se cadastrar em um sistema como esse achando que vai ganhar dinheiro do dia para noite sem fazer absolutamente nada, se fosse assim Todos estaríamos ricos, Isso é um trabalho que exige dedicação diária E aí sim vai colher os frutos de seu trabalho online.
Não pretendo me alongar mais, o que quis deixar claro aqui foi que mesmo nesse momento onde qualquer lucratividade parece ser algo inalcançável, você pode simplesmente fazer uma pesquisa na internet e vai encontrar sistemas onde você pode obter uma renda extra a partir da internet e trabalhar em sua casa ou até mesmo no seu trabalho atual sempre que tiver um tempinho sobrando… Desejo muito sucesso espero que consiga obter uma renda extra, online ou não, nesse período pelo qual estamos passando.
Arquivada em:
http://onlinerenda.com.bblog/nesse-periodo-de-desemprego-o-que-fazer.html
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Não consigo emprego nem de telemarketing o que eu faço, já tô com medo de me expulsarem de casa?

Não consigo emprego nem de telemarketing o que eu faço, já tô com medo de me expulsarem de casa?
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Já parou para pensar que na internet existem milhares de possibilidades de se ganhar dinheiro, existem sites especializados nisso, e uma das minhas formas preferidas de ganhar um extra na internet e fazendo trabalhos de divulgação, pense que milhares de empresas e pessoas precisam divulgar seus serviços e para isso essas pessoas e empresas pagam comissões a você por cada venda que realizar, não digo empresas de produtos físicos e sim produtos digitais, vou explicar por que não rodutos físicos,
Geralmente as empresas que vendem TVs, celulares, moveis, etc… pagam comissões muito pequenas e pela venda de produtos que na verdade custam bem caro, ou seja, logicamente vai ser bem mais difícil fazer uma venda, e vc acaba que não ganha quase nada.
Agora vejamos por exemplo um produto digital: “PCG Programa Classificados Grátis” é um software de automação de marketing e você pode revendê-lo ganhando uma comissão que chega quase a 50%, você ganha R$40,00 por cada venda realizada, imaginando por outro lado empresas que por exemplo vendem uma TV que custa R$3000 e vc em muitos casos ganha menos que R$40. Por esse exemplo vc pode ver claramente qual das opções vai te render mais.

VENDER PRODUTOS DIGITAIS DA DINHEIRO


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Certamente você já ouviu histórias de pessoas que ganham mais de R$ 3000 na internet, muitas dessas pessoas trabalham com esse tipo de produto, Posso afirmar Com toda certeza que vender produtos digitais na internet dá muito dinheiro, porém é lógico que não posso afirmar que você será uma dessas pessoas, pois não adianta apenas se cadastrar em um site achando que vai ganhar algo sem fazer nada, a maioria desses sites existe dedicação e trabalho, você tem que se dedicar realmente fazendo divulgações todos os dias.
Caso seja uma dessas pessoas com certeza vai conseguir ganhar um extra a partir da internet, caso não seja uma pessoa dedicada Nem adianta se cadastrar em um sistema desse tipo pois Muito provavelmente você não vai conseguir atingir os seus objetivos.
De qualquer forma ficar parado não é uma solução, Assim como o sistema que escrevi antes “sistema de afiliados PCG” existem centenas de outros na internet, tanto de produtos físicos quanto de produtos digitais, eu preferencialmente gosto dos produtos digitais, Mas você pode ficar à vontade para escolher qualquer um ao qual se adapte melhor, E com Total certeza vai conseguir algum Extra, e futuramente pode até fazer disso sua fonte de renda principal.

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Desejo muito sucesso na sua busca por uma renda extra e espero que consiga atingir os seus objetivos, agradeço muito se curtir compartilhar ou enviar esse texto a alguém, um abraço.
Arquivada em:
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N sei o que fazer no meu futuro: Com o que trabalhar, o que estudar... Dúvidas sobre faculdade e um hobby (poker) que poderia virar "meu emprego".


Bom, sei lá o que fazer, não sei o que quero do meu futuro...
Eu to no início do curso de ciência da computação (3º semestre), e sei la, eu to uma merda...
Já comecei no curso muito mal, não me dediquei no início, e isso me afeta até hoje...
na vdd, agora q as aulas pararam, e eu n tenho mtas matérias (só to fazendo 3), eu simplesmente n to estudando... eu sla se quero estudar, eu sei q deveria, mas muitas coisas no curso me decepcionaram e eu não me vejo trabalhando com isso, na vdd, eu nem sequer me vejo trabalhando nessa vida...

Eu não estudo, e sinto até q to enburrecendo... no colégio, eu me forçava a estudar, eu sempre pensei q passar na escola tranquilo e estudando bastante era obrigação, mas quando eu entrei na faculdade, eu passei a não me botar tanta pressão e isso me prejudicou muito, pois eu fiquei relaxado, n fazia as coisas direito e n estudava... e estudar no início é crucial, pq se n depois o cara fica defasado e n consegue mais aprender...
Hoje eu percebo meu raciocínio mais lento, e quando tenho q fazer algo um pouco mais complicadinho sofro pra crl... no colégio tudo fluía muito mais fácil PQ EU ESTUDAVA.
Éq sla... n me vejo trabalhando, talvez a única coisa q me vejo fazendo no futuro é trabalhando de casa.
E tem um "hobby" q eu faço q é jogar poker online... eu até tenho alguns resultados, nada grande coisa, só algum dinheirinho q eu ganhei jogando... mas eu curto muito jogar, e claro, o dinheiro é um atrativo, mas eu realmente gosto do game...
"AHHhh, então vc quer ser jogador de poker??"
Sinceramente n sei... essa vida aí, eu acompanho muitos jogadores nas redes e que fazem lives na twitch... os cara sofrem, é difícil ficar o dia inteiro jogando, pra as vezes, ter prejuízo naquele dia, e só ficar estressado... lógico, a longo prazo os cara ganham muito dinheiro, mas tem vezes q é tenso, perdem centenas de dólares em um dia...

E é tudo muito tenso o jogo... tem q fazer tudo certinho e tal...

O meu nível é horrível ainda pra ser um jogador mega lucrativo... mas eu to aprendendo aos poucos (já conheço e sei jogar há muitos anos, porém só agora q consegui progredir e ser um jogador bem melhor)
Eu teria opções. Poderia fazer um coach de poker, o q sem dúvida, ia me dar muito mais técnica e sabedoria... e só pra ressaltar, esses caras que jogam, normalmente, estudam pra crl... e se eu fizesse esse coach, sem dúvida ia ter q me dedicar bastante, a questão é, q talvez ia ser mais divertido estudar isso do q computação e programação, q eu ainda n tenho certeza se gosto tanto...
e a vantagem é q eu poderia já sair jogando, n precisa concorrer pra vaga de emprego, e poderia ganhar ainda mais do q com um emprego comum...

A questão é: blz, eu faço esse coach, viro um jogador melhor, consigo uns resultados melhorzinhos... isso ainda n seria suficiente pra viver disso, eu precisaria evoluir muito ainda... mas pensando hipoteticamente, q se eu fosse um puta jogador lucrativo, q conseguisse dizer pra minha família pra "viver" disso... eu n sei se eu ficaria realizado... pq eu penso "porra, ficar jogando um joguinho pra me sustentar?, dependendo também da sorte, da variância do jogo?"
então é foda... eu n sei se eu me sentiria realizado, o poker n é algo q vc ajuda alguém... eu pelo menos sempre entendi como "ser alguém na vida" como alguém q ajuda os outros, presta serviço, nem q seja tendo uma empresa, ou trabalhando em uma... vc está ajudando pessoas dessa forma... mas no poker é só vc e foda-se, só ganha teu dinheiro e n ajuda ninguém...

Mas talvez eu tente, sla... ao menos pra ser uma segunda renda no meu futuro, ou pra quem sabe, um dia, eu tenha realmente isso como "profissão"...

ah, outra coisa q me incomoda, é q eu me sentiria meio mal por jogar poker... parece q n é algo certo (se fosse pra ser minha renda mesmo)... é um sentimento estranho... minha família sempre estudou muito, sempre foram muito inteligentes (meus irmãos, primos já viajaram pra fora, estudaram engenharia) e eu vou jogar poker? parece q é errado, parece q eu to "cortando um caminho", usando uma malandragem, ou sla... estranho...
Eu me sinto mal talvez pelas outras pessoas sentirem uma "invejinha" sabe... mesmo q eles n sentissem.. eu me vejo assim pela ótica deles, q iriam pensar "ahhh q vida boa, pode jogar um joguinho pra ganhar dinheiro e ficar em casa" mesmo n sendo fácil o jogo pra ganhar uma renda boa... eu sinto q eles me veriam assim, dai eu me sinto mal por estar fazendo isso....
foi mal o texto gigante e meio desorganizado, só queria escrever o q me dava na cabeça mesmo kkkk
Agradeço quem leu e um abraço a todos!
submitted by thegtasafan to desabafos [link] [comments]

Quais profissões estão em alta daqui a 5 anos?

Quais profissões estão em alta daqui a 5 anos?

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Se você está se preparando para o mercado de trabalho, com certeza precisa saber quais profissões estão em alta daqui a 5 anos. Digo isso, pois, com as altas e baixas nas mais diversas áreas, fica difícil escolher uma área para se especializar ou um curso superior, não é mesmo?
Então veja ao longo desse conteúdo quais são as melhores opções para você investir hoje e, certamente, ter mercado garantido daqui cinco anos, vamos lá!

Especialistas em Big Data


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Se especialistas em Big Data são profissionais essenciais nos dias de hoje, saiba que, em cinco anos, esses profissionais serão ainda mais necessários.
Digo isso, pois, é através do cientista de dados (Nome denominado para profissionais que trabalham com Big Data), que as empresas conseguem processar e, é claro, utilizar, o enorme volume de informações despejados todos os dias na internet.
Caso você não saiba, diariamente, são produzidos cerca de 2500 petabytes, isso é, nada menos, que 2,5 quintilhão de bytes por dia.
Se ainda não se impressionou, saiba que 1 quintilhão de dados é equivalente a: 220 bilhões de músicas ou 153 milhões de filmes.
Se você gostou da ideia de analisar grandes fluxos de dados e ajudar empresas a tirarem o melhor proveito das informações, veja abaixo quais são os pré-requisitos para que você consiga atuar na área:

Conhecimento em áreas exatas e tecnológicas

Aqui podemos citar estatísticas, computação e matemática.

Quanto ganha um especialista em big data?

O salário atual desse profissional possui uma grande variação, de: R$ 2 mil reais podendo chegar a R$ 30 mil reais.
O salário acima com certeza sofrerá alguns reajustes e, em cinco anos, será ainda mais atrativo. Se você estava em dúvida de quais as profissões em alta para 2020, esta é uma delas; tanto para 2020 como daqui há cinco anos.

Engenheiro com foco em Agronegócios

Com certeza os setores de agronegócios estarão em alta daqui cinco anos e, dentre as profissões dessa área, se destaca o engenheiro com foco em agronegócios.
Esse profissional é essencial, pois, é através dele que é possível obter os melhores resultados de produção. Para se ter uma ideia, o engenheiro de agronegócios é responsável por:
  • Gestão e análise do solo
  • Controle de pragas
  • Encontrar a melhor solução de adubagem e irrigação
  • Planejamento do plantio
  • Reprodução/alimentação/abate de animais
  • Encontrar soluções ambientais
O salário desse profissional pode variar de acordo com as atribuições e cargo que o mesmo desempenhar no setor agrícola, mas podemos dizer, com certeza, que a média salarial é de R$ 5 mil reais.
Esta é sem dúvida mais uma das profissões em alta 2020 e que continuará em alta para os próximos 5 anos.

Área de TI

Podemos afirmar que a área de TI e todas as suas subdivisões estarão em alta daqui cinco anos, pois, o mundo caminha, cada vez mais, para tecnologia da informação.
Abaixo segue algumas subdivisões da área de TI:

Infraestrutura

Aqui podemos citar analistas de suporte técnico e, é claro, os administradores de redes.

Software

Na área de software temos os programadores e desenvolvedores.

Banco de dados

Aqui estão os especialistas e administradores de banco de dados
Claro que a área de TI possui ainda mais subdivisões, mas, listamos aqui as que, certamente, serão muito buscadas daqui cinco anos.
Devido a falta de um teto salarial nas áreas de TI, não é possível estipular um valor salarial médio, podemos apenas dizer que esse profissional já está em falta no Brasil e, por esse motivo, os salários estão crescendo cada vez mais.

Gestor de Resíduos

Diferentemente da terceira revolução industrial, quando o foco era a evolução e não o meio ambiente, hoje o mundo olha, primeiro, para o meio ambiente e depois para a indústria, o que levou as empresas a adotarem medidas seguras de operação.
Por esse motivo o gestor de resíduos é o profissional ideal para atender tanto, a demanda pública, quanto privada, buscando soluções que não agridam o meio ambiente. Logo abaixo é possível observar um pouco do que esse profissional faz e o que ele representa para a sociedade em geral:
  • Criar estratégias seguras para destinação de rejeitos residenciais e industriais
  • Criar projetos que possibilitem a transformação do lixo em algo útil
  • Criar medias e planos de ação voltados a redução do descarte incorreto
  • Incentivar a utilização de materiais recicláveis
Se você quer ajudar o meio ambiente, então essa é a carreira ideal para você daqui cinco anos. Lembre-se que os cursos superiores desejados são: Ecologia, Ciência ambiental, geologia, engenharia civil, etc.

Profissionais da área da saúde


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A pandemia mostrou, sem dúvida, que a área da saúde é defasado e carece de profissionais em todos os setores, desde o técnico em enfermagem até os cirurgiões, clínicos, especialistas, etc.
Portanto, se você deseja uma vaga garantida no futuro, opte por se especializar em algum curso voltado a saúde, como por exemplo:
  • Enfermagem
  • Medicina
  • Técnico em enfermagem
Claro que a faixa salarial irá depender, exclusivamente, da sua formação e, também, a instituição que você irá trabalhar, portanto, escolha com sabedoria.

Desenvolvedor de Software

Investir em cursos superiores na área de desenvolvimento de software é, sem dúvida, uma maneira de garantir um emprego daqui a cinco anos.
Vale ressaltar que, apesar da grande procura por profissionais que possuem curso superior em alguma área da computação, alguns cursos técnicos também podem abrir as portas para entrar para o mundo do desenvolvimento de software e, com o tempo, continuar se qualificando para o mercado de trabalho.
Abaixo segue o salário de desenvolvedor de software:

Quanto ganha um desenvolvedor de software?

Um desenvolvedor de software ganha, em média, R$ 6 mil reais, podendo chegar a R$ 8 mil reais.
Ressalta-se que o salário estipulado acima é o atual, em cinco anos o mesmo estará reajustado e, sem dúvida, será ainda maior.

Empreendedor digital

O empreendedorismo digital nunca para. Pessoas em todo o mundo já ganham muito dinheiro hoje com esse tipo de atividade que consiste, nada menos, que abrir um negócio totalmente online.
Veja abaixo algumas maneiras de ganhar dinheiro na área do empreendedorismo digital:
  • Vender produtos digitais
  • Prestar serviços terceirizados
  • Trabalhar com criação e desenvolvimento
Essas são apenas algumas dicas, saiba que ainda há outros nichos de mercados que, sem dúvida serão muito lucrativos e, como o mundo caminha para uma era digital, sem dúvida em cinco anos isso irá dar muito dinheiro.

Perito de Assinatura

Outra que faz parte do time das profissões em alta não só para 2020 mas como para os próximos 5 ou 10 anos é de perito de assinatura ou perito grafotécnico. É este o profissional capaz de identificar se uma escrita foi feita por determinada pessoa ou não.
A perícia grafotécnica, que é o trabalho que este profissional executa para poder afirmar com certeza sobre a origem de uma escrita é feita baseada nos elementos genéticos e genéricos que uma pessoa deixa ao fazer a escrita.
A perícia grafotécnica não analisa a forma da escrita como pensam os falsificadores, ela analisa estes elementos que são únicos para cada indivíduo.
O perito grafotécnico é também conhecido como perito de assinatura por ser esta a principal aplicação da técnica: a de identificar se uma assinatura foi feita por uma determinada pessoa ou não.
A profissão está em alta devido a diversos fatores, sendo os principais:
📷excelentes ganhos
📷falta de profissionais
📷possibilidade de exercer a atividade nas horas vagas
📷possibilidade de ter outra atividade em paralelo
📷facilidade para se formar
📷rapidez para se formar
📷baixo investimento para se formar: curso muito barato
Vamos agora explicar melhor cada uma destas vantagens.

Excelentes Ganhos

Este sem dúvida é o principal atrativo desta profissão em alta e certamente o que mais causa curiosidade nas pessoas que ouvem dizer que esta profissão é uma das profissões em alta de 2020. Mas afinal, quanto ganha um perito grafotécnico ?
Antes de mais nada é preciso esclarecer que este profissional não ganha salário, ou seja, não trabalha de acordo com as convenções da CLT.
O perito grafotécnico é um profissional autônomo e seu ganho é por cada perícia grafotécnica que faz.
Apesar de não ter salário fixo, seus ganhos são bem atrativos! Em média em uma perícia em assinatura simples este profissional ganha R$ 2.500,00; se a assinatura for mais complexa este ganho pode chegar a R$ 7.500 por assinatura. Faça as contas e veja quanto dinheiro ganha o perito grafotécnico.
Se ele fizer 2 perícias por semana das mais simplesinhas ele ganha R$ 5.000,00 por semana ou R$ 20.000,00 por mês. E olha que esta é uma meta bem baixa de perícias por semana.
Se o perito dedicar mais tempo à profissão e dobrar esta quantidade semanal de perícias, seus ganhos chegam a R$ 40.000,00 por mês!
Sem dúvida os ganhos de um perito grafotécnico é de fazer inveja!
Continue lendo e veja as outras atratividades da profissão

Falta de profissionais

Você já tinha ouvido falar da profissão de perito grafotécnico ? Se sim, parabéns, você faz parte de um time seleto de pessoas. Saiba que a grande maioria nunca ouviu falar da profissão.
A verdade é que ela não é regulamentada como é a de advogado, engenheiro, médico, etc e, por isso, é muito pouco divulgada.
Para se ter idéia, não existe faculdade de perícia grafotécnica.
Por ser pouco divulgada, poucas pessoas conhecem e, portanto, poucos profissionais existem atuando.
E, por ter poucos profissionais atuando, ela é uma das profissões em alta do momento e, certamente, será daqui há cinco anos.
Retrato disso são os milhares de processos parados há anos na justiça por falta de peritos na área.

Possibilidade de exercer a atividade nas horas vagas

O profissional em grafoscopia, por ser autônomo, não precisa cumprir horário e nem mesmo trabalhar em um local fixo.
Esta profissão pode ser exercida a partir de sua casa mesmo, nas horas vagas, de acordo com sua disponibilidade.
Isto é bom para você ? Então continue lendo que ficará surpreso com os outros benefícios deste profissão em alta.

Possibilidade de ter outra atividade em paralelo

Este é mais um dos benefícios da profissão; como não precisa ir a um determinado local para trabalhar e por não ter que cumprir horário, a profissão pode ser exercida em paralelo com sua atividade atual.
Você tem um emprego de carteira assinada ? Ótimo, então pode continuar trabalhando em seu emprego e atuar como perito grafotécnico nas horas livres.
Hoje em dia muitos buscam uma fonte de renda extra para completar o orçamento doméstico; alguns dão aula de inglês, outros fazem pães e doces, outros costuram, enfim, são muitas as formas que as pessoas conseguem um dinheirinho extra no final do mês.
Mas aposto que nenhuma delas dá rendimentos tão bons quanto a perícia grafotécnica! Apenas uma única perícia no mês é capaz de render muito mais do que um mês de trabalho nestas atividades extras.
Fica a dica!

Facilidade para se formar

Outra grande vantagem desta profissão é a facilidade de se formar em perito grafotécnico. Enquanto as outras profissões com salario alto exigem anos e anos de estudo em um faculdade e depois em uma especialização, a profissão de perito grafotécnico, que é uma profissão que dá excelentes rendimentos, exige apenas que você faça um curso de 22 horas/aulas.
Isso mesmo, você só precisa fazer um curso de 22 horas/aula para começar a ganhar muito dinheiro com esta profissão e, lembrando, que pode ser exercida nas horas vagas e em paralelo com sua atividade atual.
E mais, você só precisa assistir as aulas e assimilar o conhecimento; não é necessário fazer prova para obter o certificado e começar a atuar.

Rapidez para se formar

Como já falamos anteriormente você só precisa de 22 horas de aula para se formar na profissão. Sem dúvida esta é mais uma vantagem!
Estas 22 horas de aula você consegue fazer em 13 dias, aproximadamente!
Em qual outra profissão que te dê ganhos de R$ 20 mil mensais ou mais você consegue se formar em apenas 13 dias ?
Sinceramente, não existe!

Baixo investimento para se formar: curso muito barato

O investimento que você deve fazer para se tornar um perito de sucesso e ganhar muito dinheiro nesta profissão também é outra vantagem dela: é muito, muito baixo perto do retorno que ela proporciona e do valor necessário para se formar em outras profissões.
O investimento total que você precisa fazer com o curso de perito grafotécnico é muito baixo mesmo; ele é menor do que uma única mensalidade de uma faculdade. Se fizer a conta do quanto custa o curso todo de uma faculdade (lembrando que ela exige de 4 a 5 anos) o investimento no curso de perito é irrisório!
Ainda não está convencido de que a profissão de perito grafotécnico é uma das profissões em alta ?
Clique aqui para continuar lendo.
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Plano A para o Coronavirus

[12:01 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: https://medium.com/@curtis.yarvin/plan-a-for-the-coronavirus-7db3997490c1
Sinto que você irá apreciar a argumentação
[1:24 PM, 4/6/2020] Hermes: To lendo aqui, é muito grande
[1:27 PM, 4/6/2020] Hermes: Mas concordo que as democracias ocidentais não estão preparadas para enfrentar a situação, igual a China fez
[1:29 PM, 4/6/2020] Hermes: So o tempo que demora para se tomar uma decisao ja é prejudicial demais, depois ainda tem que impor uma fiscalização efetiva, e as decisoes tomadas ainda podem ser suaves demais na eficacia
[2:28 PM, 4/6/2020] Hermes: Essa parte do reset em wall street é meio furada, por varios motivos. É a mesma coisa que impor o prejuizo aos investidores... Tem muitos impactos, mas alem disso exige uma capacidade estatal que governo nenhum tem, como ele mesmo ressaltou.
[2:29 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: E o que você achou das retóricas dele sobre substituir ignorância invés de lidar com ela
[2:31 PM, 4/6/2020] Hermes: Ta em qual parte isso?
[2:48 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: mais ao final
[2:48 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: The right organization for a Coronavirus Authority starts with an experienced CEO who has taken a company from the garage to three commas. We are not starting from nothing — just from incompetent. Palo Alto has no idea how to reform incompetence. No one does. All we can do is replace it — starting, literally, with one person.
[2:51 PM, 4/6/2020] Hermes: Cheguei la agora
[3:10 PM, 4/6/2020] Hermes: É um argumento problematico... Toda autoridade se baseia na legitimidade, a de um presidente vem de um cargo eletivo (não da popularidade), o de um rei vem da religião, se fosse feito uma CVA, que em outros termos seria aceitar uma ditadura, de onde vem a legitimidade de um CEO do vale do silicio para comanda-la? Por que nao simplesmente fechar o congresso e deixar o presidente decidir tudo? É problematico não só pq a ideia de uma autoridade total assuste as pessoas, mas pq a escolha dessa autoridade pelo autor do texto é enviesada
[3:12 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Sim, ele trata do conceito de ditadura ao final, mas não de autoridade.

Autoridade vem da ligitimidade percebida no liderar
[3:12 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: (no meu entendimento)
[3:12 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Só que tem um problema que eu não consigo resolver na minha cabeça, antes desse que você levantou
[3:13 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: As pessoas que temem 'autoridade total' são poucas - eu percebi que a maioria das pessoas com quem eu converso não conseguem sequer debater o conceito de autoridade
[3:13 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Nossas sociedades me parecem depender de rituais que marquem quando uma coisa acaba e termina
[3:13 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Afinal é muito difícil mensurar o fracasso ou sucesso de uma CVA
[3:13 PM, 4/6/2020] Hermes: Liderança não é necessária quando se tem autoridade. Inclusive, o perfil de gestores de grandes corporações está mais próximo de ditadores do que de lideres
[3:14 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: É algo que os ritos 'resolvem' - não tanto resolvem de fato como pacificam
[3:14 PM, 4/6/2020] Hermes: Autoridade é o cargo, liderança é a capacidade de motivar pessoas
[3:18 PM, 4/6/2020] Hermes: Na China o governo pode te pegar numa blitz, ver que vc esta infectado e te separar da familia. Não tem liderança nenhuma ai. No Brasil alguns governantes ficam tentando agradar gregos e troianos, ser menos drasticos, valorizar popularidade e aprovação, isso é medir sua capacidade de liderança
[3:20 PM, 4/6/2020] Hermes: Quando vc convence varias pessoas a fazerem uma manifestaçao a favor do seu governo em plena pandemia, isso é um sinal claro de liderança. Quando seu ministro te contraria em todas as falas que ele faz, isso é um sinal claro de falta de autoridade
[3:20 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Bem, aqui eu argumentaria pedindo uma definição mais precisa.

Eu não acredito que a autoridade como cargo tenha sobrevivido à era da iformação.

Eu acredito que ela não tenha mais valor: mesmo a hierarquia dentro das grandes corporações tem perdido efetividade, e as corporações ágeis, da era da informação digital (note que eu divido a era da informação aqui, a era da informação começou há décadas), são muito mais flat e baseadas em resultados: nelas, CEOs muitas vezes delegam tarefas de altíssima responsabilidades a pessoas que no papel estão muitos degraus abaixo deles, por quesito de perícia e resultados recentes deles próprios por exemplo, em lidar com certos incidentes.

Acho que mais que nunca a liderança não apenas é necessária, mas fundamental, quand…
[3:21 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: O seu ministro tem falha na autoridade ou você?
[3:22 PM, 4/6/2020] Hermes: Você (o governante)
[3:24 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Pois é, na minha interpretação, sem treinamento de ciência política, eu tinha entendido que na realidade atual a badge, o distintivo, perdia força sem liderança
[3:24 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: por isso a ocorrência desse fenômeno
[3:24 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: do ministro te 'desautorizar'
[3:27 PM, 4/6/2020] Hermes: Não lembro qual teoria da administração de RH faz essa distinção de perfis (nunca gostei muito de RH), mas basicamente: lider é carismático, descentralizador, motiva a equipe; o ditador (ou chefe, nao lembro o termo) se baseia no conhecimento técnico, centralizador, controla a equipe
[3:30 PM, 4/6/2020] Hermes: Tem uma pesquisa com alguns CEOs de companhias abertas que compara crescimento do lucro em relação aos perfis, e o ditador ganha. Na epoca que eu estudei isso o mundo era diferente, claro. Provavelmente hoje seja diferente.
O ponto é que liderança é dificil quando se tem varias posiçoes de conflito.
[3:31 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Mas então como se resolve o problema da democracia quando muita gente não vê mais legitimidade na Presidência nem no cargo eletivo?
[3:32 PM, 4/6/2020] Hermes: Essa é a pergunta que muita gente tem procurado responder ultimamente
[3:32 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: O Pondé gosta de falar que ele imagina pessoas daqui a 400 anos olhando pra nós achando estranho nosso fetiche com votações, reconhecendo que elas não precisam de poder político para serem 'felizes'
[3:33 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: ( ele observa isso quando diz temer academicamente pelo futuro do modo de vida ocidental em face ao sucesso chinês )
[3:34 PM, 4/6/2020] Hermes: Temos alguns motivos recentes que nos permite acreditar que nossas democracias realmente não são sistemas efetivos de representatividade. Tipo cambridge analytics, financiamento de campanhas e lobby
[3:35 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Não penso só nos motivos, li um primer sobre a escola acadêmica da Escolha Pública e a ciência que prova que as democracias nunca existiram me pareceu bem sólida
[3:35 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: (prova não, sugere e insiste hahaha)
[3:37 PM, 4/6/2020] Hermes: Democracia, no sentido extrito, só existiu na Grecia, e pressupoe representatividade direta: voce vai na agora e decide, sobre tudo. O nosso sistema teria outro nome
[3:37 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Me parece ter a ver com a problemática de que o Capitalismo é só um sistema de gestão de recursos, e se ignorarmos todo o ruído de pessoas que teimam a atribuir intenções e vontades e caráter humano a um sistema operado por pessoas, como quem quer pensar que uma arma de fogo é 'maligna', a discussão entre as pessoas realmente interessadas no pensamento sistêmico não parece gerar frutos que sejam capazes de inventar um sistema melhor
[3:39 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: O comunismo como ideologia está morto pela lógica, ao meu ver, na verdade toda base de pensamento coletivista é insustentável, mas como ninguém quer assumir o individualismo como ponto de partida, toda a discussão está estagnada
[3:39 PM, 4/6/2020] Hermes: Talvez existam sistemas mais adequados para cada contexto, sei la
[3:40 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Só que as pessoas estão ignorando que o ser humano não é, e sua consciência e makeup psicológico são matematicamente incapzes de operar como um coletivo.

Nada que tenha o coletivismo como base funciona porque o ser humano É, em sua essência, a vista de um ponto, e o comportamento humano está fadado a ser instruído por um único ponto de vista, ponto esse que demora muito a ponderar e interar suas crenças internas.
[3:41 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: E se não resolvermos isso e ficarmos de bem com nossa herança genética jamais seremos capazes de evoluir os sistemas com o mínimo de coordenaçaõ
[3:41 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: ponderar e iterar*
[3:43 PM, 4/6/2020] Hermes: Essa é uma diferença que temos em relação a Asia, la esse pensamento individualista não é tão forte quanto no ocidente, basicamente devido a influencia do confucionismo. Vc ja deve ter ouvido falar em como eles são leais em relação as empresas, etc
[3:44 PM, 4/6/2020] Hermes: Nossa fundação judaico cristã da uma importancia muito maior na liberdade, no poder de escolher
[3:44 PM, 4/6/2020] Hermes: Livre arbitrio, erc
[3:45 PM, 4/6/2020] Hermes: *etc
[3:47 PM, 4/6/2020] Hermes: C viu aquele documentario, Industria Americana? É bem interessante como essas diferenças sobressaem, o povo lá vive para o trabalho e para a empresa. Aqui é só o concorrente te fazer uma proposta melhor vc sai
[3:47 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Não vi isso, acho que nem tinha ouvido falar
[3:53 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: É... essa discussão vai desembocar lá na crítica à falta de responsibilização, internalização do sacrifício na internet, loco externo e loco interno, e todos os conceitos asiáticos de destino.

Pessoalmente eu acho frágeis todos os futuros que eu consigo imaginar que surjam das visões asiáticas de destino porque em nenhuma delas o ser humano é emancipado da falta de sentido da existência.

Essa é uma deficiência que eu só vejo o Positivismo conseguindo libertar a espécie, e mesmo assim com muita dificuldade por conta do Niilismo que ganha muito espaço quando você admite que não existe lei no Universo além da causalidade, que as pessoas não têm direito à nada além dos mesmos que os animais têm: de morrer tentando sobreviver.

Eu tenho percebido uma dificuldad…
[3:54 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Me parece um pouco quando eu proponho para as pessoas que não existe transcendência, apenas imanência, e que o fato do Universo serem só átomos não diminui esteticamente minha percepção de sentido nem de propósito e elas reagem como se na verdade fosse impossível existir sentido que não é transcendente, ou com medo no olhar.
[3:54 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Sei lá... É como se faltassem dimensões no pensamento
[3:59 PM, 4/6/2020] Hermes: Vamos pensar nos chineses de novo: Eles passam 12 ou mais horas por dia na fabrica, ganham mal, não veem a familia, e quando a empresa faz uma festa é para comemorar a empresa, e não a união entre as pessoas. De alguma forma, essa vida é dignificante para eles. Para o ocidental isso é revoltante. A questão é o que te dignifica ou não, se é o trabalho, o sentimento de pertencimento a uma coletividade, ou um hotel 5 estrelas em paris, um porsche, ou simplesmente ficar em casa fazendo churrasco
[4:04 PM, 4/6/2020] Hermes: Acho que nossa geração é muito perdida nesse meio todo, todo mundo tem que ser lider, inovador, ganhar bem, trabalhar muito, ser saudavel, e ser feliz. Não vejo como ser feliz trabalhando 12 horas por dia e aos sabados, e nem sei se fer feliz deveria ser tao importante tbm
[4:09 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Isso me dá muitas dúvidas em relação ao que pensar. Não sei como pensar sobre isso, ainda mais porque estamos em ruptura econômica, passando para uma economia de idéias... Eu não consigo nem mensurar de forma honesta se esse desamparo gerancional é em função dos modelos de existência passados pelos nossos pais estarem quase que 100% superados e não servirem para a nossa atuação bem sucedida a nível básico mesmo, subsistência e reprodução, ou se essa hipótese é uma alucinação minha por discordar veementemente da postura das gerações de 50,60,70,80
[4:12 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Eu tenho um profundo desgosto pelo que escuto da maioria das pessoas acima de 30 anos, aqui no Brasil, tenho a impressão de que essas gerações são um bando de covardes.

Quando eu olho para mim, tentando julgar o que me faria feliz por exemplo, não tenho como tentar usar a empatia interna como base também, porque eu sou uma pessoa muito vã. Eu sou oque alguns executivos citam ao dizerem que é possível confiar plenamente em alguém que queira ganhar mais dinheiro por exemplo, os perfis mais comuns dos executivos de contas, mas não é possível confiar nem um pouco em pessoas que buscam 'credenciais', ou seja, 'fama', 'celebridade' ou outras formas de 'reconhecimento' menos nobres.
[4:13 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Só que eu consegui perceber e aceitar isso sobre mim sem me permitir simplesmente virar pro mundo dizer foda-se, eu sou babaca mesmo e vocês serão obrigados a me aturar, e sem ter que me enganar sobre o que me faz feliz, ou sobre o quão 'boa pessoa' eu sou.
[4:13 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Coisa que não vejo nessas gerações aí
[4:13 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: São gerações do auto engano
[4:14 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: E é uma coisa interessante porque eu não vejo isso conversando com pessoas dessas gerações Nos EUA, Suécia, Austrália e Canadá
[4:14 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Eu acho que é um desdobramento muito claro do nosso arquétipo social que o Buarque de Holanda chamava de 'Homem Gentil'
[4:14 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Que hoje já foi bem desconstruído
[4:16 PM, 4/6/2020] Cypher_Hasher: Até quando você pega aquela curva de rendimentos, que determina em que ponto uma pessoa passa a estar 'stress free' em função do seu salário anual, o meu ponto é muito baixo, e eu entro no nível maior da pirâmide onde a vida passa a não ter tanta empolgação porque você já conquistou a maior parte das necessidades e confortos básicos e daí commeça a ficar difícil inventar coisas pra buscar que não sejam megalomaníacas
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